Doença de Chagas

Você provavelmente deve ter escutado em algum momento de sua vida falar em doença de chagas. Mas, será que você realmente sabe o que é esta doença? Independentemente de sua resposta, com este artigo você aprenderá muito mais sobre ela, e sobre quais devidos cuidados tomar.

O que é doença de chagas?

É uma infecção causada por um protozoário chamado Trypanosoma cruzi. Sendo que, um de seus maiores vetores são os insetos chamados de hematófagos, popularmente mais conhecidos como bichos babeiros. Desta forma, qualquer ser humano que tiver contato com as fezes dele, poderá adquirir a doença de chagas. A doença pode ser apresentada em duas fases, que são elas:

  • Aguda: esta fase muitas vezes passa desapercebida por não se manifestar clinicamente, seus sintomas podem desaparecer com o tempo, podendo passar anos sem aparecer e se não tratada precocemente evolui para a segunda fase;
  • Crônica: quando a doença de chagas atinge esta fase, suas complicações são muito mais aparentes. Sendo divididas em 3 tipos: digestivas, cardíacas ou mista: – que é a junção das complicações digestivas e cardíacas.

Fatores de risco

  • Morar em cabanas ou casas de pau a pique, onde insetos transmissores da doença de chagas podem se criar em nas paredes;
  • Morar em países que possuem grande incidências do vetor da doença de chagas o bicho barbeiro, principalmente em regiões como México, América Central e a América do Sul;
  • Viver em condições precárias de saneamentos básicos;
  • Receber um transplante de um órgão ou uma transfusão sanguínea de qualquer pessoa que seja portadora do parasita Trypanosoma cruzi, onde a doença de chagas ainda não foi detectada ou não ocorreu manifestações de seus sintomas.

Sintomas da doença de Chagas

Sintomas na fase aguda:

  • Mal-estar;
  • Febre;
  • Inchaço nos olhos e no local da picada do inseto vetor;
  • Fadiga;
  • Dores no corpo e na cabeça;
  • Irritação na pele;
  • Diarreias;
  • Náuseas e vômitos;
  • Aparecimento de nódulos;
  • Grande aumento do baço e do fígado.

Sintomas na fase crônica:

  • Problemas digestivos;
  • Dores na região do abdômen;
  • Dificuldade de engolir;

Diagnósticos e exames

Deonça de chagas

Primeiramente você deverá procurar um especialista quando existe a suspeita de risco para a doença de chagas. A recomendação é que você procure imediatamente um médico infectologista para ter certeza do seu diagnóstico.

O primeiro passo a ser tomado será o exame físico e todo o seu histórico de sintomas, lugares que frequenta e entre outros fatores que podem apontar uma possível contaminação da doença de chagas. Além do exame físico confirmando, o diagnostico o médico poderá solicitar exames para descobrir em que fase da doença você se encontra. São solicitados exames como:

  • Raio-X das regiões do abdômen e tórax;
  • ECG (eletrocardiograma);
  • Ecocardiograma;

Tratamentos

Um dos principais objetivos quando falamos em tratamento para a doença de chagas é tentar eliminar o parasita, reduzir sua ação e aliviar todos os sintomas, pois ainda não existe uma vacina para a prevenção desta doença.

Por ser uma doença muito silenciosa a chance de um indivíduo obter a cura é mínima, pois quanto mais cedo detectada maior a chance de acabar com os sintomas e sua evolução.

Quando na fase aguda existem alguns medicamentos que se tomados corretamente podem ajudar no tratamento, mas quando na fase crônica se faz necessários cuidados específicos para cada problema apresentado. Seu médico dará a devida orientação ao seu tratamento.

Prevenção

  • Controle dos seus vetores principalmente com inseticidas, controlando sua disseminação;
  • Todos os sangues que são frutos de doações passam por testes onde mostra a presença do parasita ou não, se positivo será descartado;
  • Telas em portas ou janelas;
  • Mosqueteiros;
  • Repelentes;
  • Roupas de mangas compridas.

Acidente do Trabalho – É possível Evitar

Acidente do trabalho é o que ocorre durante o exercício da atividade laboral, que provoca lesão corporal que pode levar a morte do trabalhador ou a incapacidade parcial ou total, temporária ou permanente. É interessante salientar que antes de ocorrer o acidente, incidentes são observado e na maioria das vezes não são tratado como deveria.

Incidentes são acontecimentos não desejados que apontam para o acidente iminente.

Exemplos de incidentes:

– Um fio desencapado;

– Uma peça desgastada.

Causas de acidentes

Acidente do trabalho

Acidentes não acontecem, são “oportunizados”. Do ponto de vista da prevenção, todos os acidentes são evitáveis, e quando ocorrem é certamente porque regras, medidas ou procedimentos que preveniriam foram negligenciados.

São considerados para efeito de análise, que os acidentes de trabalho decorrem basicamente de alguns fatores como: fator pessoal de insegurança, ato inseguro e condição ambiente de insegurança.

– Fator pessoal de insegurança. Refere-se a causas relativas ao comportamento humano, que podem levar a ocorrência do acidente ou à prática do ato inseguro.

– Ato inseguro. Constitui ato inseguro a ação ou omissão que, contrariando preceito de segurança, podem causar ou favorecer a ocorrência de acidentes. São exemplos desse fator: brincar durante o serviço, deixar de observar normas de prevenção, correr em escadas, improvisar ferramentas e utilizar cadeiras como escada.

– Condição ambiente de insegurança. Condição do meio que causou o acidente ou contribuiu para a sua ocorrência.

Análise preliminar de risco. Ele pode salvar sua vida

Análise preliminar de risco

APR, ou análise preliminar de risco, é uma técnica de avaliação prévia dos possíveis riscos presentes no ambiente de realização de uma atividade, com o objetivo de diminuí-los ou eliminá-los. No contexto empresarial, a APR deverá ser elaborada por um profissional da área de segurança do trabalho, no entanto na vida cotidiana um leigo também poderá fazer sua APR antes de realizar uma atividade por mais simples que seja, exemplo:

– Movimentar peças de metal junto a rede elétrica;

– Subir numa escada para trocar uma lâmpada;

– Montar um andaime para pintar uma parede;

– Levantar um veículo com uso de um macaco hidráulico para troca de um pneu;

– Levantar a caçamba de um veículo basculante para descarregar material.

São exemplos simples mais que pode constituir uma ameaça a sua integridade física e de quem estiver por perto, e que mediante uma simples análise do ambiente, os riscos poderão ser eliminados.

Saiba tudo sobre gastrite

A gastrite é caracterizada por uma infecção ou inflamação na região de revestimento do estômago. A versão aguda da doença pode durar pouco tempo, enquanto a crônica é capaz de se estender durante anos.

A causa mais conhecida para o aparecimento da gastrite é a fraqueza da barreira que protege a parede do estômago, que permite que os sucos digestivos produzidos por ele causem danos à sua estrutura.

Em grande parte dos casos, o problema pode ser causado pela presença de uma bactéria conhecida como Helicobacter Pylori, que vive no revestimento do estômago e se não for tratada corretamente pode provocar o aparecimento de úlceras ou de doenças mais graves, como o câncer de estômago.

Alguns fatores podem ser considerados de risco e aumentar as chances de uma pessoa desenvolver a gastrite, entre eles, está o uso excessivo de analgésicos, que prejudica a produção de uma substância essencial para garantir a proteção da parede estomacal.

A idade também pode ser considerada como um fator de risco. Quanto mais velha a pessoa for, mais chances ela terá de desenvolver a gastrite, já que com o passar dos anos o revestimento do estômago tende a se tornar mais flácido.

O alcoolismo, o estresse, o uso de drogas e algumas doenças como a Aids, também podem facilitar o aparecimento da gastrite. As pessoas que têm relação com alguns desses fatores devem ficar ainda mais atentas.

Sintomas e Tratamentos da Gastrite

Gastrite

A gastrite pode passar despercebida as vezes, como também pode vir acompanhada de alguns sintomas. Entre os mais comuns, podemos citar: indigestão, náuseas, azia e queimação, dores abdominais e perda de apetite.

Nos casos mais graves, onde há a presença de sangramento na parede do estômago, é possível encontrar sintomas como vômitos acompanhados de sangue e fezes escuras.

A partir do momento em que você identificar a presença de um ou mais desses sintomas, é necessário procurar um médico. O especialista indicado para cuidar das pessoas que sofrem com a gastrite é o gastroenterologista.

Durante a consulta, você deve informar ao médico sobre todos os seus sintomas, e falar também sobre a frequência com que eles costumam aparecer. Esteja preparado para responder à algumas perguntas e exponha todas as suas dúvidas.

É muito importante sair do consultório sabendo exatamente o que você tem, qual foi a causa da sua doença e o que você deve fazer dali para frente para tratar os seus sintomas.

O diagnóstico da gastrite será feito com base no levantamento do seu histórico médico e familiar, e com a realização de alguns exames específicos, como o que é solicitado para identificar a presença da bactéria Helicobater pylori. Uma endoscopia também poderá ser solicitada.

O tratamento da gastrite irá depender do que está causando o aparecimento da doença. Alguns medicamentos são recomendados para diminuir a quantidade de ácido no estômago, como os antiácidos e os antibióticos.

Prevenção da gastrite

Como já sabemos, o melhor tratamento contra qualquer doença é a prevenção. Sendo assim, se você quer se manter longe da gastrite, é importante adotar algumas medidas preventivas.

As substâncias tóxicas são capazes de causar irritação no estômago e facilitar o aparecimento da doença. Portanto, procure manter-se afastado do consumo de bebidas alcoólicas, do cigarro e de qualquer tipo de droga.

Quanto ao aparecimento da bactéria, alguns estudos apontam que ela possa ser transmitida para os seres humanos por meio de alimentos e água contaminada. Dessa forma, procure manter a sua higiene pessoal em dia e tome muito cuidado antes de consumir qualquer alimento.

Lave suas mãos frequentemente, principalmente antes de comer e não leve à mão na boca quando estiver em locais públicos. Medidas simples como essas podem te ajudar a se manter bem longe da gastrite.

Como aliviar a gastrite

Quem sofre com a gastrite sabe exatamente de todas as dores que ela é capaz de provocar. Tamanho problema é gerado, que alguns dias são difíceis de serem suportado. Algumas dicas de como aliviar a gastrite são de extrema importância.

A gastrite se dá por conta da inflamação, erosão ou infecção das paredes do estômago. É dividida em aguda ou crônica. Na primeira divisão dura por pouco tempo. Mas já na segunda, pode durar meses e nos piores casos, durar anos e anos.

Como aliviar a gastrite no seu dia a dia e acabar com as dores e desconfortos

Gastrite

É muito indicado que antes mesmo de qualquer auto diagnóstico, seja procurado um médico. A gastrite possuí sintomas parecidos com os de má digestão, refluxo e até mesmo o câncer. Provavelmente ele pedirá uma endoscopia para verificar o real motivo.

  • Mastigue a comida

Você com certeza já ouviu aquele conselho da sua vó ou mãe sobre mastigar bem a comida antes de engolir, não é mesmo? Acredite que esse simples ato já ajuda e muito nas dicas sobre como aliviar a gastrite.

Uma boa mastigação reduz as partículas do que está sendo ingerido, ajudando na formação do bolo alimentar. Caso isso não ocorra da maneira certa, o organismo vai precisar liberar mais suco gástrico para conseguir digerir o alimento.

  • Não exagere no álcool

Ao ingerir álcool, a mucosa estomacal é diretamente atacada e agredida. Isso faz com que o estômago fique menos protegido contra os ácidos do suco gástrico.

A pessoa que está sempre exagerando no álcool, além de prejudicar a sua saúde num geral, ainda está acabando com o seu estômago. Se esse hábito for mantido, até mesmo um úlcera pode ser formada.

Evite consumir o álcool se possível. Caso não consiga fazer isso, então pelo menos diminua a quantidade do que é consumido habitualmente. Cuide do seu estômago.

  • Cuidado com o cafezinho

O café é extremamente irritante para o estômago em casos onde já existe uma certa inflamação no local. O consumo da bebida nessa situação é comparado como o ato de jogar álcool numa ferida. Com certeza vai doer!

Para quem não possuí essa inflamação, é recomendado fazer um consumo mais consciente do café. Não exagere hoje, para que amanhã você não sofra por isso.

Sem dúvida nenhuma é possível reduzir um pouco o café. É muito melhor continuar com o estômago sem dor, do que o prazer momentâneo que a bebida pode causar.

  • Tente controlar o seu nível de estresse e ansiedade

Com certeza essa é uma dica de como aliviar a gastrite mais difícil de ser seguida, não é mesmo? Mas o fato é que esses estados emocionais são capazes de aumentar a secreção do suco gástrico e isso machuca muito as paredes do estômago.

Pratique atividades físicas regularmente e mantenha hábitos mais relaxantes. Procure fazer massagens e tente praticar a meditação sempre que possível.

  • Evite ou pare de fumar

Não existe nada que seja favorável para que as pessoas continuem fumando. Isso é fato e todos nós já sabemos? Você ainda quer mais um motivo para nunca experimentar e até mesmo parar de fumar? A saúde do seu estômago!

Esse hábito acaba estimulando a produção de ácidos estomacais. Isso acaba machucando toda a mucosa gástrica que reveste e protege o seu estômago.

Como aliviar a gastrite para sempre

Aprenda e entenda que seguir essas dicas tão simples vão lhe proporcionar uma vida muito mais saudável. Esqueça aquelas velhas dores terríveis no seu estômago.

Você já sabe como aliviar a gastrite e já pode dar adeus a esse mal que persegue e tortura tantas pessoas. Não fique mais sofrendo a toa! Evite ao máximo e tenha uma vida muito mais prazerosa.

Hepatite

A hepatite é o termo utilizado para designar todas as degenerações do fígado, que podem ter diferentes causas. A maioria delas está relacionada com as infecções de vírus dos tipos A, B e C e com o consumo excessivo de álcool e outras substâncias tóxicas.

Tipos de hepatite

Existem vários tipos diferentes de hepatite, e vamos falar um pouco sobre cada uma delas a seguir.

– Hepatite tipo A

A hepatite A pode ser detectada por meio de um exame de sangue e não há um tratamento específico para combater a doença, onde espera-se que o paciente reaja naturalmente. Hoje em dia, é possível encontrar uma vacina específica contra a hepatite A, no entanto, a melhor forma de prevenção ainda é o saneamento básico.

– Hepatite tipo B

Os vírus que causam a hepatite B são transmitidos por meio do sangue. Essa transmissão pode ocorrer no caso dos usuários de drogas, que compartilham seringas contaminadas, e no caso de pacientes que são infectados por materiais cirúrgicos não descartáveis. É capaz de levar ao câncer de fígado, a cirrose e também à morte. Age no fígado 20, 30 anos surdamente. É muito raro conseguir a cura total mas é possível viver com essa doença se tratada da maneira correta. É transmitida por contato sanguíneo e principalmente por relações sexuais.

 É nesse momento que percebemos a importância do cuidado que devemos ter em sessões de tatuagem, e nos casos de transfusão de sangue, por exemplo. O vírus da hepatite B também pode ser transmitido através do contato sexual, o que reforça a necessidade do uso da camisinha.

Os sintomas da hepatite B podem demorar para aparecer, e grande parte dos infectados só descobre a presença da doença muitos anos depois de seu surgimento.  Ao contrário da hepatite A, o tipo B pode evoluir para casos mais graves, como a cirrose ou até mesmo o câncer de fígado.

– Hepatite tipo C

Aproximadamente 200 milhões de pessoas no mundo inteiro possuem o vírus da Hepatite tipo C. É um dos tipos de hepatite que é a maior epidemia nos dias atuais.

Consegue ser superior a AIDS/HIV em até 5 vezes. É transmitida via transfusões, seringas compartilhadas, contato sanguíneo. Não é transmitida por relação sexual e não tem vacina.

– Hepatite tipo D

Somente pacientes com a Hepatite tipo B, conseguem ser contaminados com a do tipo D. Isso acaba acelerando a progressão desse doença. Por isso existe a grande necessidade da vacina contra a hepatite do tipo B.

– Hepatite tipo E

Sua transmissão se dá pela via digestiva (fecal-oral). É capaz de provocar epidemias em algumas regiões. Mulheres grávidas infectadas podem apresentar a doença em formas mais graves.

Para evitar o contato com esse tipo do vírus, consumir apenas água bem tratada e ter uma melhor higiene já é capaz de gerar um grande efeito.

– Hepatite tipo F

Esse tipo pode ser totalmente desconsiderado. Alguns relatos mostraram que não existe nenhuma confirmação desse tipo do vírus.

– Hepatite tipo G

Normalmente ocorre principalmente entre usuários de drogas endovenosas. É transmitido pelo contato com o sangue. Existem casos de receptores de sangue que foram contaminados. Também pode ser transmitido em relações sexuais e na gravidez.

Como prevenir essa doença

A melhor forma de se prevenir contra a hepatite do tipo A por exemplo, é ter medidas como melhoras no saneamento básico, nas condições de vida e de higiene;

Para prevenir contra a do tipo B o controle do banco de sangue através da triagem sorológica é a melhor alternativa. Mas também podemos contar com a vacinação disponível no SUS;

Não existe nenhum tipo de vacinação para a do tipo C. Mas a triagem no banco de sangue e na doação do sêmen, por exemplo já são ótimas medidas controladoras;

Tratamento da hepatite

Tratamento e alguns cuidados para os tipos de hepatite

Na sua forma aguda, não existe nenhum tipo de tratamento. De acordo com a condição do infectado, uma das melhores alternativas é o repouso.

Um dieta que seja bastante rica em carboidratos e pobre em gorduras, apesar de fazer parte da culta popular, é benéfica em relação a melhor digestão para a pessoa que já está totalmente sem apetite.

A pessoa infectada terá restrição total do álcool por um período de 6 meses e de até 1 ano, dependendo do caso.

Alimentos que Ajudam Controlar o Diabetes

O diabetes é caracterizado como uma síndrome de múltipla origem, ocasionada pela ausência de insulina ou pela incapacidade da mesma de exercer adequadamente a sua função, provocando um aumento dos níveis de glicose no sangue.

Existem dois tipos diferentes de diabetes, o tipo 1 e o tipo 2. O diabetes tipo 1 é caracterizado pela incapacidade do pâncreas de produzir insulina graças à uma irregularidade do sistema imunológico, que faz com que os anticorpos ataquem as células produtoras da insulina.

Cerca de 10% dos pacientes que sofrem com o diabetes são portadores do tipo 1 da doença.

No diabetes tipo 2, há uma diminuição da secreção de insulina e uma falha na sua ação. Na maioria dos casos, esse tipo da doença pode ser tratado com medicamentos injetáveis ou orais, no entanto, o diabetes tipo 2 tende a se agravar com o passar do tempo. 90% dos portadores da doença sofrem com o diabetes tipo 2.

Sintomas do diabetes

Entre os principais sintomas da doença, podemos destacar:

– sede excessiva

– fome constante

– desejo de urinar frequentemente

– perda de peso

– fadiga

– fraqueza

– infecções frequentes

– formigamento nos pés

– dificuldade de cicatrização

– alteração visual ou visão embaçada

Diagnóstico e Tratamento do Diabetes

Diabetes

O diabetes não pode ser diagnosticado apenas com uma simples consulta. Para averiguar a presença da doença, é necessário que o paciente se submeta a três tipos de exames diferentes.

O primeiro deles é a glicemia de jejum, que mede os níveis de açúcar no sangue. Os valores acima de 200 mg/dL são considerados anormais e detectam a presença do diabetes.

O segundo exame é a hemoglobina glicada, que consegue detectar as concentrações de hemoglobina presentes em nosso sangue nos últimos 3 meses. Os valores apresentados pela hemoglobina glicada irão indicar se você sofre ou não com a hiperglicemia e puder iniciar uma investigação para o diabetes.

A curva glicêmica é o terceiro e último exame, capaz de medir a velocidade com o que o corpo absorve a glicose depois da sua ingestão. No exame, o paciente ingere cerca de 75g de glicose e tem a quantidade da substância medida no seu sangue após duas horas de ingestão.

O tratamento ideal para o diabetes consiste em uma vida mais saudável e no controle da glicemia, que é feito para evitar complicações futuras da doença.

Entre os principais cuidados com o diabetes está a prática de exercícios físicos, que é essencial para o tratamento e ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue sob controle. É recomendado que o paciente pratique exercícios de 3 a 5 vezes por semana.

O ideal, no caso das pessoas que sofrem com o diabetes, é investir na prática de atividades leves. Nada de pegar muito peso na academia ou correr vários quilômetros diariamente. Fazer caminhadas ou andar de bicicleta durante alguns minutos já é o suficiente.

Outro ponto importante também e que não podemos deixar de comentar é o controle da dieta. Os portadores do diabetes devem evitar ao máximo os açúcares dos doces e dos carboidratos simples, presentes em massas e pães, já que esses açúcares possuem um alto índice glicêmico.

Consultar um nutricionista quando você é diagnosticado com o diabetes é um procedimento estritamente necessário. Com a ajuda de um profissional, você saberá exatamente o que pode e o que não pode comer, além de ser informado sobre as quantidades exatas de alimento a serem ingeridas diariamente.

Os portadores do diabetes tipo 1 devem tomar insulina diariamente, fato que não acontece com todos os portadores do tipo 2. Procure conversar sempre com o seu médico para que juntos, vocês possam definir quais são as melhores formas de tratamento.

Alimentos que ajudam controlar o diabetes

Quem sofre de diabetes sabe como é difícil controlar essa doença. Qualquer dica que contribua de alguma forma, é sempre bem vida, não é mesmo? Por esse motivo organizamos alguns alimentos que ajudam controlar a diabetes.

A glicose é a responsável por fornecer energia suficiente para o nosso organismo. Através da insulina, ela é metabolizada em nossas células. Quando na ocorrência de açúcar em excesso no nosso corpo, o organismo não é capaz de produzir insulina suficiente para a glicose.

Por esse motivo, esse excesso de glicose acaba sendo enviado para a nossa corrente sanguínea. Agora que você já sabe como esse problema acontece dentro do organismo, acompanhe com a gente as dicas que foram elaboradas e organizadas para você.

Alimentos que ajudam controlar o diabetes em nosso dia a dia

Controle o diabetes

É muito importante possuir uma dieta bastante equilibrada e que seja rica em fibras, por exemplo. Manter o cuidado com a quantidade de carboidrato que é ingerida é um dos pontos chaves para conseguir ter uma vida saudável, mesmo com essa doença que persegue tantas pessoas.

  • Aveia

Principalmente para aquelas pessoas que sofrem de diabetes tipo 2, esse alimento é essencial. É extremamente rico em fibras solúveis. Possuí nutrientes que têm por função auxiliar na diminuição da velocidade em que a glicose é absorvida.

Também é muito válido ressaltar que a aveia ajuda e muito a controlar a absorção do colesterol no nosso organismo. Esse é um dos ótimos alimentos que ajudam controlar o diabetes.

Uma dica fundamental é não ingerir esse alimento quente. Pois dessa forma, ele perde completamente todos os seus nutrientes. O ideal é ingerir no mínimo, quatro colheres de aveia todos os dias.

  • Peixes

Já deixando claro que os melhores peixes para serem ingeridos são os que vivem em águas profundas e frias. Como por exemplo, o salmão, a cavalinha, sardinha e atum.

Esses peixes são bastante ricos em ômega 3. Por esse motivo, ajudam a controlar a diabetes tipo 2 e a diminuir a concentração de glicose no nosso organismo.

O ômega 3 consegue até mesmo evitar alguns problemas cardiovasculares. Principalmente os diabéticos estão correndo risco de sofrer com esse problema.

Como existe certo excesso de glicose na veia de quem sofre de diabetes, as chances de ocorrer uma oxidação dos vasos sanguíneos por esse motivo, é muito maior.

  • Amêndoas

É um dos alimentos que ajudam controlar o diabetes por que é rico em gorduras boas, além de possuir uma ótima quantidade de magnésio.

Dentro de uma crise de glicose elevada, o diabético acaba perdendo alguns nutrientes fundamentais como, por exemplo, o magnésio. Por essa razão, é tão importante ingerir amêndoas regularmente.

Para aquelas pessoas que não sofrem de diabetes, é muito importante também esse consumo. Acredite, um simples alimento como esse ajuda até mesmo evitar essa doença.

  • Batata Yacon

Essa batata ajuda e muito para quem é portador de diabetes tipo 2. Ela ajuda a controlar a glicemia e por esse motivo também é um alimento muito importante na dieta para quem sofre com essa doença.

A Batata Yacon é consumida pelo nosso organismo de forma bastante lenta, totalmente ao contrário dos outros carboidratos. O corpo não consegue quebrar as moléculas facilmente e assim, a absorção é mais lenta.

Agora que você já conhece alguns alimentos que ajudam controlar o diabetes você já sabe um pouco sobre alguns alimentos que são fundamentais para uma dieta de quem sofre de diabetes.  Sendo assim, acrescente-os no seu cardápio.

Alguns alimentos que ajudam controlar o diabetes são capazes de até mesmo evitar essa doença. Seja você é uma pessoa que sofre ou não desse mal, aprenda que comer melhor é sinônimo de viver melhor.

Como cuidar da pele no inverno

A produção de gordura da pele diminui muito nessa época do ano, e faz com que a mesma fique sem viço. Confira algumas dicas para evitar que isso aconteça:

1-É necessário beber 1,5L de água no mínimo por dia;

2-Prefira sabonete líquido nessa época do ano;

3-Use hidratante específico para o seu tipo de pele;

4-Esfolie a pele a cada 15 dias;

5-Evite banhos quentes e prolongados;

6-Use protetor solar mesmo que não faça sol;

7-Limpe bem o rosto antes de dormir

Pensamento do dia

Ontem à noite, o Tai deu um grito que parecia que estavam esfaqueando o coração dele.

Fui correndo para a sala ver o que era e percebi que ele estava avisando que alguém ou algo havia entrado no perímetro da casa. O Tai sempre foi o cão de guarda por excelência daqui e ele gritou justamente por não poder ir atrás do invasor.

Eu abri a porta para ver o que era e imediatamente o Pepê e a Joom La saíram correndo na minha frente.

Segundo depois, escuto ganidos de outro cachorro que não os meus.

Algum cachorro perdido veio comer das vasilhinhas que ficam na varanda.

O Pepê pulou sobre o murinho e perseguiu o cachorro estrada abaixo. E a Joom La o seguiu quando abri o portãozinho da garagem para tentar ver que bicho era.

Só muito tempo depois que os velhos pastores apareceram, andando devagar e capengando de dor na coluna.

Os jovens foram ágeis em expulsar o visitante.

Me senti segura de novo com essa dupla de baixinhos corajosos.

Alguns minutos depois, eles voltam triunfantes e se instalam a minha volta. Acho que para me proteger. Ou então para aproveitar a maciez da minha cama. Não sei bem ainda.

;)

Mas eu quero acreditar que é para me proteger.

Problemas de Saúde

Médico é um bicho burro porque se sente mal, quer se tratar sozinho e acaba se complicando todo.

Para mim é ainda pior porque para eu cuidar da saúde tenho que sair daquele lugar bucólico que eu moro e vir para São Paulo.

Então fui enrolando e me sentindo mal.

Sentia uma tontura que me fez cair no chão e torcer o pé. Até contei isso aqui.

E dores na barriga. Muitas dores.

Daí passei a acordar de madrugada, exatamente às 4 da manhã com falta de ar e sibilos de asma, coisa que eu nunca tive.

O negócio ficou tão ruim que nem conseguia mais trabalhar.

Então, o Marcos que fez faculdade comigo me intimou que eu fosse para SP naquele dia e passasse com um colega gastro.

O cara pediu exame de tudo e me mandou numa otorrino por causa da tontura.

A endoscopia mostrou o problema: úlceras no esôfago, gastrite e duodenite. Era o tal refluxo Gastro-Esofágico e que também explicava o quadro pulmonar, otite e sinusite.

Parecia que eu tinha todas as ITES possíveis.

Porém, um dos exames de sangue, o CEA – antígeno carcinoembrionário – veio muito alto, sugerindo tumor no cólon.

E lá fui eu fazer mais exames e a colonoscopia mostrou um tumorzinho que foi retirado no próprio exame.

Hoje recebi o anátomo-patológico e é tumor benigno.

Agora imagina ficar na dúvida se você tem câncer ou não!

Todas as chances apontavam que sim porque eu já tive dois tumores malignos e com metástases.

Pois é, eu sou uma sobrevivente de câncer desde os meus 25 anos.

A sombra da malignidade fica sobre minha cabeça como uma espada.

Não é fácil ser eu.

Mas ainda não acabou.

O ultrassom mostrou um cisto no ovário que não deveria estar lá. O gineco disse que muitos operariam logo de cara mas ele prefere que eu repita o exame no final de abril para ver se o cisto desapareceu. Se ainda estiver lá, entro na faca.

No geral estou me sentindo melhor dos sintomas que começaram essa epopéia toda. Espero que em breve eu volte a ficar 100%.

Agradeço a todos pelo carinho! Vocês são uns amores!

Como odiar água de coco

Eu sou uma pessoa superexagerada e sempre quero estar preparada para as situações. Gosto de planejar com antecedência.

Eu tinha que fazer um exame e precisava ficar em jejum de comidas sólidas por um dia interiro e jejum absoluto no dia do exame.

A única coisa que podia tomar eram líquidos claros tipo água, chá clarinho coado e… água de coco.

Sabendo que ia ficar num hotel e o preço da água de coco no frigobar era proibitivo, não tive dúvida e dei uma de farofeira. Fiz meu check in com uma caixa de papelão lotada de leite desnatado e 6 litros de água de coco.

E comecei a beber a água de coco.

E bebi.

Bebi.

Lá pelas tantas, precisava tomar 1 litro de um preparado líquido para acabar o preparo.

Tomei de uma vez porque era muito ruim.

O resultado foi que e porcaria do preparado se juntou com a água de coco e eu vomitei até não sobrar nada.

Eu amava água de coco. De verdade. Adorava tomar num copo cheio de gelo, estupidamente gelada. Agora não posso nem ver os litros que sobraram na caixa.

Só de pensar em água de coco me dá aversão.

Parece um porre que eu tomei uma vez de Cointrau e nunca mais pude chegar perto.

E é assim que a gente passa a odiar água de coco.

Ração de Cachorros Caseira

Quando eu era criança, não havia ração de cachorros prontas para comprar.

Quem tinha cachorro fazia o famoso panelão de fubá com carne e dava um certo trabalho ficar cozinhando para bicho.

Outro problema na época era que o panelão geralmente não fornecia tudo que o cachorro precisava. A comida feita em casa não era muito lá balanceada.

Com o advento das rações prontas, a vida dos donos de cachorro se simplificou e dar ração garantia de certa forma a dieta balanceada que eles precisavam.

Hoje encontramos rações de todos os preços e com teores de proteína diferentes, ao gosto do freguês.

Porém, alguns cães não conseguem se alimentar com rações prontas. O Tai, por exemplo, não consegue mais mastigar a ração dura por estar velhinho.

A saída pra o meu chow chow velhinho foi fazer a comida dele em casa, o famoso panelão.

O segredo da ração caseira é se certificar que ela é balanceada, ou seja, com carne, carboidratos e verduras e legumes. Sal, óleo, temperos, enfim, uma comida rica em todo tipo de nutrientes.

Eu uso a proporção de metade da panela de carne, um quarto de arroz e um quarto de verduras e legumes.

É muito bonitinho ver o Tai comendo chuchú e repolho, que no contexto geral ele adora.

Temperamos a comida com uma pitada de sal, porque não pode ser demasiada salgada e com um fio de óleo para não dar problemas de colesterol e ao mesmo tempo ter gordura que carrega vitaminas.

Cozinha-se tudo junto e quando o arroz está no ponto, a ração está pronta.

Eu uso carne magra moída sem gordura.

Cebola e alho pra temperar.

Enfim, é uma comida que qualquer pessoa poderia comer tranquilamente. É balanceada, apetitosa e o cachorro gosta muito.

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