Exercícios para quem tem bico de papagaio na coluna

Atividades, principalmente na água, podem auxiliar no tratamento e no alívio da dor.

Causas do bico de papagaio na coluna

Exercícios para melhorar a dor na coluna

Segundo o Secretário do Departamento Científico de Dor da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), José Geraldo Speciali, a doença se caracteriza por um desgaste natural da coluna espinhal, podendo acometer qualquer nível: região cervical, lombar ou torácica.

“Seu aparecimento depende de muitos fatores, como, por exemplo, tipo de atividade profissional, sedentarismo e obesidade. O aparecimento de osteoartrose também pode ter fator hereditário – certas famílias têm maior probabilidade de apresentarem essa doença”, explica o especialista.

A doença se caracteriza pela presença de dor local, especialmente em alguns movimentos específicos. O incômodo é mais acentuado pela manhã, ao se levantar, ao ficar muito tempo em pé ou sentado ou ao se movimentar a coluna com flexão, extensão ou rotação. A confirmação do diagnóstico é feita com radiografias ou outros exames de imagem da região afetada

Exercícios e tratamento para a osteoartrose

O que fazer para melhorar a dor na coluna

O lado bom do bico de papagaio na coluna, se é que alguma doença tem algo de positivo, é o seu tratamento. De acordo com Speciali, ele é preferencialmente não medicamentoso e são raríssimas as vezes em que há alguma indicação cirúrgica. “Fisioterapia, RPG e exercícios físicos regulares, preferentemente na água, são o caminho”, completa.

Esses são exercícios de baixo impacto, que não forçam as articulações e ainda favorecem o fortalecimento da musculatura abdominal e da coluna. Seja qual for a atividade física escolhida, é recomendada a orientação profissional. Caso contrário, em vez de ajudar, ela pode ser responsável por agravar a doença.

Além desses exercícios, você pode adotar um tratamento preventivo, evitando situações que possam acelerar o processo degenerativo ósseo que leva à osteoartrose. Uma vida bem regrada, sem sobrecarga na coluna – carregar peso, posições forçadas etc. – pode ajudar.

Caso, mesmo com esses cuidados, as dores continuem, o Secretário do Departamento Científico de Dor da ABN recomenda que, nas fases agudas, sejam usados medicamentos sob supervisão médica. Podem-se administrar analgésicos ou anti-inflamatórios.

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Saiba como fortalecer as articulações com exercícios

Medida pode ajudar a prevenir e tratar doenças como a artrose, tão comum em idosos.

fundamentais para manter uma boa articulação. Confira a seguir quais são as mais indicadas e conquiste qualidade de vida.

5 exercícios para você experimentar

1. Bicicleta

 fortalecer as articulações com exercícios

Ideal para quem já sofre com algum problema de articulação, pois não causa muito impacto, a bicicleta também ajuda a melhorar a circulação sanguínea e a fortalecer todos os músculos inferiores do corpo.
No entanto, há casos em que ela não é indicada, conforme lembra a  fisiatra Pérola Grinberg Plapler.

Por exemplo, se a região afetada for a patela, os exercícios que dobram e esticam os joelhos, como a pedalada, não devem ser feitos, principalmente se provocarem dor.  

2. Natação e hidroginástica

Quase sem restrições, o nado é o exercício que mais ajuda a fortalecer as articulações sem comprometê-las, devido à total ausência de impacto. Além disso, também é um grande aliado na perda de peso, já que é um exercício aeróbico de grande gasto energético.

O mesmo vale para a hidroginástica. A água amortece o impacto dos pés com o chão e oferece maior resistência que o ar. Os exercícios feitos dentro da piscina trazem um maior consumo de calorias sem prejudicar as articulações.

3. Alongamento

O alongamento também traz diversos benefícios para as articulações dos idosos. Exercícios como a yoga, por exemplo, trazem vantagens, principalmente, por aumentar a flexibilidade, aliviar a tensão muscular e ativar todas as possibilidades de movimento operacionais.

No entanto, se você não curte essa pegada mais zen, a fisioterapeuta Mariana Schamas indica algo mais simples, que também traz resultados. “Ao se deitar e antes de levantar, tente esticar uma perna de cada vez, alongando a parte posterior, fazendo duas séries de dez vezes em cada perna. Essa simples ação ajuda a lubrificar a articulação e alongar a musculatura”, explica.

4. Musculação

Até mesmo os treinos de musculação são benéficos para os idosos, pois enrijecem a estrutura muscular, fortalecendo as camadas que protegem as articulações. Porém, certifique-se de que você não está pegando pesado demais. A orientação de um personal trainer faz toda a diferença nessas horas.

5. Subir escadas

sintomas se não fazer exercícios

Esse é uma das atividades mais eficazes para fortalecer as articulações, os ossos e os músculos dos membros inferiores. E a vantagem é que, com tantas escadas espalhadas por aí, nem é preciso ser aluno de uma academia para se exercitar assim. O único cuidado que você precisa ter é usar o calçado ideal. Procure optar por tênis com molas amortecedoras, que diminuem o impacto.

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Crie uma trilha de mountain bike e parta para a aventura

trilha

No inglês, “mountain” quer dizer “montanha” e “bike”, bicicleta. Ou seja, mountain bike é a “bicicleta de montanha”. A modalidade esportiva do mountain biking, como já prevê o nome, é realizada em terrenos de subidas e descidas com obstáculos.Estradas de terra ou de barro, trilhas e fazendas são os ambientes favoritos dos atletas que gostam dessa aventura sobre duas rodas. Porém, quem deseja ter uma mountain bike precisa adaptar seu veículo – afinal, elas são muito diferentes das bicicletas comuns. Saiba como fazer uma trilha, conheça os cuidados na hora de praticar e descubra os benefícios desse esporte.

Mountain bike exige aparato de segurança

A estrutura de uma mountain bike conta com pneus mais grossos e com cardados para reduzir o impacto e aderir no terreno lamacento. Amortecedores frontais e traseiros para possibilitar maior controle, acompanhados de quadros reforçados e resistentes, também compõem a peça.

Além disso, o guidão deve ser mais alto para que a posição do ciclista fique menos inclinada e mais confortável. As marchas também devem ser maiores, chegando até 27 ou 30 para melhorar a pedalada. Isso tudo garante uma prática mais segura e correta do esporte.

Para proteger o praticante, é necessário utilizar equipamentos de segurança como capacete e óculos, evitando assim respingos, pedrinhas e insetos que atinjam a vista. As luvas garantem a firmeza na hora de segurar o guidão e a roupa deve ser, de preferência, em tecido coolmax, que absorve e evapora o suor.

Preferem-se, ainda, sapatilhas para prender no pedal e bermudas feitas com traseira acolchoada. Quanto melhor equipado, menores os riscos de lesões. O mountain biking é bastante perigoso, em função da força exigida e da dificuldade do percurso.

Aventure-se numa mountain bike

Depois de equipar sua mountain bike, prepare-se para praticar o esporte em montanhas ou trilhas. Se quiser treinar antes de subir um obstáculo real da natureza, faça um trajeto nas proximidades de sua casa ou utilize materiais como rampas móveis e pneus, para pular e usar como circuito.

O ideal para os ciclistas da montanha é subir ladeiras de paralelepípedo, já que o grau de dificuldade é maior e o terreno é acidentado como o dos aclives montanhosos. Alguns parques também permitem que se ande de bicicleta em seu interior, o que facilita os treinos.

Uma das modalidades mais comuns feitas com mountain bike é o downhill, quando todo o percurso é realizado em descida na maior velocidade possível. O uphill, por outro lado, é uma corrida que se faz subindo a rampa. Já o freeride possibilita experimentar manobras testando sua bike, passando por trilhas, obstáculos, rampas e barrancos.

Segundo uma pesquisa do Centro de Saúde da Universidade Alemã do Esporte, andar de bicicleta é um excelente exercício cardiovascular e fortalece o coração. Além disso, os músculos e as articulações ganham melhor funcionamento e mais tonicidade. No caso do mountain biking, esses benefícios são intensificados, já que a exigência do atleta é muito maior.

Bastam 30 minutos diários praticando a atividade física para notar a melhora na musculatura do quadríceps e dos glúteos. Peito, costas, ombros, coxas e panturrilhas também sentem os efeitos do exercício, que é excelente para manter o corpo em boa forma e pleno funcionamento.

Que tal experimentar a modalidade? Conte-nos o que você acha! E aproveite para conferir outras dicas de esporte e saúde aqui no Vivo Mais Saudável.

Dominar artes marciais ajuda na defesa pessoal?

artes marciais

A sensação de insegurança que sentem os brasileiros nas grandes cidades, com a criminalidade crescente, só faz aumentar a procura por cursos de artes marciais para garantir a defesa pessoal em situações de risco. Mas você sabe como o conhecimento de técnicas de combate pode ajudar? O termo arte marcial, de origem latina, faz referência a Marte, deus romano da guerra. Se originalmente designava as técnicas utilizadas em batalhas, hoje o termo é aplicado para se referir a métodos de combate corporal, geralmente sem o uso de armas. As diferenças deles para uma briga de rua são justamente os sistemas pré-definidos de golpes e de desenvolvimento físico e mental.

Artes marciais exigem preparação psicológica

Quem já viu duas pessoas praticando artes marciais – como muay thai, jiu-jitsu, judô, caratê, kung fu e taekwondo, algumas das mais conhecidas – deve achar que aprender golpes é a saída para estar mais protegido nas ruas.

Mas não é essa a opinião de especialistas da área. Para Ricardo Nakayama, diretor técnico nacional da Sotai, escola que desenvolveu métodos próprios de defesa pessoal, um curso regular de artes marciais não oferece a preparação psicológica necessária para enfrentar uma situação de risco. Segundo ele, essa falta de preparo pode ocasionar respostas negativas.

Nakayama dá dois exemplos: o “congelamento” – quando, em um momento de surpresa, a vítima não consegue obedecer ao comando do bandido – e a “ativação biomecânica descoordenada” – quando a pessoa reage de maneira imprudente por não conseguir controlar seus pensamentos. As duas situações podem ser fatais para a vítima.

Mesmo quando não há reações negativas causadas por medo ou surpresa, uma pessoa que tem o domínio de uma arte marcial e se sente confiante também pode tomar uma atitude equivocada, como tentar dominar um bandido sem perceber que havia outro por perto. Nesse caso, o melhor seria tentar uma negociação.

Por isso, a recomendação é estudar um método como o Sotai. “Não se treina apenas a técnica, aprende-se a dominar a si mesmo, por meio do autocontrole e da disciplina, e a dominar o adversário com o estudo das melhores técnicas”, explica Nakayama.

O especialista acrescenta que a recomendação é sempre agir de modo preventivo e nunca reagir quando o marginal quer apenas bens materiais – somente quando há uma ameaça à vida da vítima.

Kombato é método focado na defesa pessoal

artes marciais

Em 1989, o mestre Paulo Albuquerque desenvolveu o Kombato, um sistema de defesa pessoal. Assim como Nakayama, ele acredita que o simples ensino de uma arte marcial não ajuda uma pessoa a se proteger nas ruas.“Nos dias de hoje, apenas aprender defesa pessoal desarmada não é o suficiente, pois se deve saber quando reagir ou não, quando usar armas, negociação. Dessa forma, a melhor opção é o uso de uma ciência de proteção como o Kombato”, sugere Albuquerque.

O mestre ressalta que mesmo o domínio do krav maga, arte marcial israelense muito associada à defesa pessoal, não é o suficiente. Segundo ele, o aluno precisa aprender a avaliar o risco e conhecer o modus operandi a ser seguido em uma situação dessas.

Tanto Albuquerque quanto Nakayama notam um aumento na procura por cursos de defesa pessoal nos últimos anos. O criador do método Sotai observa uma mentalidade reativa – a pessoa é vítima de uma situação de violência antes de procurar o curso -, enquanto o mestre do Kombato credita o aumento no número de alunos a uma maior gravidade nos casos de violência.

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12 lugares para você se exercitar ao ar livre em Vitória

Praia das Castanheiras

Uma das várias opções naturais e relaxantes da cidade. Dá para caminhar, correr, nadar e até descolar uma sombra e ficar curtindo o belo ambiente.Veja no mapa, Praia CamburiA praia é totalmente propícia para se exercitar ao ar livre em Vitória. Possui uma ciclovia para quem deseja andar de bicicleta, uma pista para a realização de caminhadas e corridas. Já na praia, as opções são os esportes com bola.

12 lugares para você se exercitar

Veja no mapaPraia do Canto, Bairro repleto de árvores. Ótimo para a realização de caminhadas no início do dia ou ao final da tarde., Veja no mapa Esportes NáuticosAo longo de toda a costa da cidade, é possível aproveitar os ventos e praticar esportes náuticos. As opções vão desde o surfe e o stand up paddle até kitesurf e o windsurf. Parque Botânico Vale Assim como boa parte dos jardins botânicos, o da capital do Espírito Santo possui uma área muito extensa e com muito verde. Quem deseja se exercitar ao ar livre em Vitória, deve pelo menos dar uma caminhada por este local. 

Foto: Carlos Antolini, Prefeitura de VitóriaParque da Pedra da Cebola O ambiente é propício para caminhadas e a realização de ginastica ao céu aberto. O ambiente verde e florido também pode ser usada para que as crianças brinquem.Parque Estadual da Fonte GrandeMais uma ótima opção para quem deseja se exercitar ao ar livre respirando ar puro. O ambiente permite a realização de trilhas em meio a mata.

Praça dos Namorados

O local é super receptivo com quem curte praticar esportes. Quadra de tênis e pista de patinação são alguns dos exemplos de opções que a praça oferece. Sem contar que o nome é bastante sugestivo quanto a quem levar para te fazer companhia, né?

Curva da Jurema

Uma das praias com água mais calma em Vitória. Perfeita para a prática de esportes como o stand up paddle. Também vale dar uma caminhada pela areia e alguns bons mergulhos no mar.

Praça da Ciência

12 lugares para você se exercitar

Local mais voltado para as crianças. Possui diversos brinquedos educativos. Todos ensinam um pouco de física, astronomia e educação ambiental. É o local perfeito para levar o seu filho para se exercitar ao ar livre em Vitória. Praia do Suá O local tradicionalmente é voltado para a pesca. Mas também se destaca por ter ótimos lugares para a realização de caminhadas e corridas. Por mais que boa parte dos locais para se praticar atividades físicas ao céu aberto em Vitória sejam praias, a cidade tem outras boas opções. O clima litorâneo torna tudo mais tranquilo e relaxante. Então, na dúvida, é só dar um mergulho no mar. E aí, curtiu nossas dicas? Deixe um comentário! E não esqueça de ficar ligado na nossa página do Facebook para receber todas as atualizações do Vivo Mais Saudável.

1º de setembro: Dia do Profissional de Educação Física

Ele foi instruído a ensinar, estimular e valorizar o esporte, merecendo elogios neste 1º de setembro. O Dia do Profissional de Educação Física é comemorado na data em que foi institucionalizada a Lei Federal nº 9696, que regulamentou a profissão e originou os Conselhos Federais e Regionais.Nem sempre valorizados da maneira que deveriam, os profissionais de Educação Física passaram longos anos buscando o reconhecimento merecido. A Federação Brasileira, fundada em 1946, alcançou a regulamentação profissional apenas 52 anos após sua criação. Atualmente, os professores, em cada um de seus âmbitos, buscam capacitação e mais qualidade de vida para os seus alunos.

Bacharelado habilita o profissional a atuar em academias. Fotos: iStock, Getty Images

O Dia do Profissional de Educação Física

Os educadores físicos são primordiais em todas as fases da vida. Durante a escola, são eles que introduzem os conhecimentos básicos sobre cada esporte. Na adolescência e na fase adulta, eles controlam os exercícios na academia e apontam objetivos para a melhora da saúde.

Para Gilmar Ravazoli, professor da academia Fit Premium, a escolha de uma atividade física com a supervisão de profissional graduado é sempre a melhor saída. “Se o indivíduo tem a opção de ir a um lugar adequado com profissionais especializados, é muito melhor e mais seguro para ele”, comenta. Segundo Maurício Assumpção Stoffel, professor de Educação Física especializado em Gestão do Esporte, as indicações de exercícios são inspiradas em um máxima. “Não existem exercícios contraindicados para nenhuma pessoa. Existem, sim, pessoas contraindicadas para determinados exercícios”, explica.

Não somente no Dia do Profissional de Educação Física, mas em todos, você deve valorizar o seu instrutor. Siga à risca as recomendações, treine e estude tudo o que lhe for recomendado. Se possível, separe um presentinho para ele, nessa data especial. Vale levar flores, artigos esportivos e lanchinhos fit – chocolate, só se for light!

E lembre-se: toda academia é obrigada a dispor de um profissional de Educação Física graduado. Somente ele estará apto a criar um treino específico para as necessidades pessoais de cada cliente, sem esquecer de considerar todas as características do aluno. Se a sua academia não está de acordo com as normas, contate o Conselho Regional de seu estado.

Professor de Educação Física cursa a licenciatura e atua em escolas

Bacharelado x Licenciatura

O curso superior de Educação Física é disponibilizado em universidades de todo o Brasil. Ele é organizado de acordo com a escolha do aluno e dividido em duas habilitações: licenciatura e bacharelado.

A primeira visa à formação de professores de Educação Física, treinados para passar conhecimento para crianças e adolescentes que estejam no período escolar. Já a segunda instrui o estudante a se transformar em um profissional habilitado a trabalhar a favor da manutenção e da promoção da saúde.

O profissional de Educação Física pode trabalhar em academias, hospitais e até condomínios, com a criação de treinamentos e o ensino esportivo. É importante frisar que o profissional formado em licenciatura não pode dar aulas em academias, assim como o personal trainer também não está capacitado para atuar na educação básica.

Seu personal merece elogios? Você lembra de algum professor de Educação Física que marcou sua vida escolar? Deixe sua homenagem nos comentários! E aproveite para conferir as dicas de exercícios do Vivo Mais Saudável.

Descubra o trekking, esporte de aventura que fortalece ossos e músculos

atividade ao ar livre

Atividades físicas são benéficas em qualquer momento e lugar, mas realizá-las em meio à beleza da natureza as torna ainda mais satisfatórias. No trekking, a caminhada ocorre em trilhas que podem passar por florestas, riachos, cavernas e montanhas. Descubra o que essa atividade física propicia aos seus praticantes e como aderir a esse esporte de aventura.

Foto: Shutterstock

O trekking é um esporte de grandes benefícios e pequeno investimento. Com tênis, repelente, filtro solar, mochila e roupa confortável, é possível começar, embora também seja recomendado o uso de GPS e bússola durante os passeios.

Para o corpo, o trekking proporciona resultados bem interessantes. Por aliar tantas qualidades, tornou-se um dos esportes de aventura mais praticados no Brasil. Os resultados são o fortalecimento dos ossos, músculos, tendões e ligamentos, principalmente das pernas, redução do peso corporal e incremento da resistência cardiovascular e da circulação.

Além do ganho físico, o esporte também ajuda a manter o corpo em forma e a mente relaxada, com a melhora da autoestima e da qualidade do sono. Tudo isso o trekking proporciona, além da convivência com a natureza, ar puro e aventura. Os praticantes concordam que o esporte agrega menor risco e menor carga de problemas se forem dosados e respeitados os limites de cada pessoa.

Prática do trekking

O trekking pode ser categorizado em três níveis de dificuldade: leve, direcionada a iniciantes, fazendo percursos mais planos com duração máxima de 1 hora; médio, para praticantes com nível de experiência intermediário, e com duração máxima de 2 horas; e pesado, para praticantes experientes ou competidores, com duração acima de 3 horas e até mesmo dias.

O trekking alia o prazer em contemplar a natureza com os benefícios da atividade física. Mas se engana quem pensa que, para praticá-lo,basta colocar uma bota nos pés e sair por aí. Por mais simples que possa parecer, esse exercício deve ser feito de forma adequada, com segurança e orientação, a fim de que a diversão não acabe mal. 

Um dos aspectos mais importantes dessa atividade é a solidariedade. Como não dá para percorrer trilhas sozinho, deve-se recorrer aos companheiros de aventura. E para o primeiro trekking em determinada região, recomenda-se o reconhecimento prévio da área, o acompanhamento de alguém que já conheça o local ou a contratação de um guia especializado que tenha bom conhecimento das trilhas do lugar.

Abaixo você pode conferir algumas dicas importantes de como se preparar para a atividade. Estas recomendações dizem respeito a um trekking que pode conter banho de cachoeira, caverna e escalada: 

Dicas para o trekking

– Procure informar-se sobre o local no qual vai fazer trekking

– Adquira uma mochila adequada

– Evite usar bota nova para fazer trilha

– Não leve excesso de peso

– Leve sempre mapa, bússola e GPS

– Não danifique a trilha

– Informe a sua família para onde você vai, algum meio de contato e a previsão de retorno

– Faça o trekking acompanhado de um guia experiente ou uma agência especializada.

Rapel: Saiba como praticar esse esporte de aventura

Segurança deve ser prioridade ao praticar o rapel, esporte que usa cordas para descer morros e cachoeiras.

Uma prática esportiva que proporciona bastante adrenalina e contato com a natureza é o rapel. A técnica de descida em paredes e vãos livres com ajuda de cordas pode ser feita utilizando manobras verticais para passar por obstáculos da natureza, como paredões, cascatas e penhascos.

Não é qualquer pessoa que pode praticar o rapel. Preparo físico e treinos localizados são fundamentais para descer pela corda. Existem técnicas iniciais que são aprendidas em cursos, mas, na natureza, apenas os mais preparados podem se aventurar. Está pronto para o desafio? Veja como começar.

Equipamentos como cordas, luva, capacete e cadeira são usados. Foto: iStock, Getty Images

Como é praticado o rapel?

O segredo do rapel é conseguir o equilíbrio e o domínio da gravidade, pois o praticante fica pendurado na corda com um freio para controlar a velocidade na queda. Para parar de descer, é necessário prender a corda no freio, que consiste numa peça metálica em forma de um número oito.

Os equipamentos utilizados são bem semelhantes aos do alpinismo e suportam, no mínimo, três vezes o peso do praticante. Cordas, mosquetão (peça de alumínio que faz a ligação entre a cadeirinha e o freio), luva, capacete e cadeirinha compõem os instrumentos necessários para a descida.

No início, a técnica era utilizada por estudiosos de cavernas que, no século 20, buscavam grutas pelos cânions na região dos Pirineus, na França. Para que conseguissem encontrar as cavernas escondidas, eles baixavam pesos em cordas desde o alto dos montes.

Com o aprimoramento da técnica, hoje o rapel é realizado em cachoeiras, pontes e encostas, sendo necessária uma boa preparação antes da descida. O risco de acidentes é grande, por isso um profissional deve acompanhar os praticantes, certificando-se do uso correto dos equipamentos de segurança.

É possível descer pela corda em diversos locais do Brasil. Aventureiros buscam a prática em meio à natureza, como na Chapada Diamantina, na Bahia, na Serra do Cipó, em Minas Gerais, em Natal, no Rio Grande do Norte, e em Canela, no Rio Grande do Sul.

Recomenda-se sempre que os rapelistas estejam acompanhados durante a descida, por razões de segurança. Além disso, conhecer o local onde será praticado o esporte, vestir-se adequadamente e estar bem alimentado são requisitos para o esportista.

Benefícios do rapel

Praticar rapel garante diversos benefícios à saúde. Por ser um esporte radical, proporciona alívio do estresse e contato com a natureza. Além disso, fortalece o sistema imunológico, aumentando a longevidade e reduzindo a probabilidade de aparecerem doenças. Também melhora a flexibilidade, o equilíbrio e a capacidade de concentração.

O esporte também favorece a resistência dos músculos, fortalecendo principalmente membros superiores, bíceps, tríceps e tórax. Desenvolve maior elasticidade corporal e coordenação motora no praticante, que ganha mais precisão nos movimentos.

Para iniciar, tome diversas preocupações, sempre prezando pela segurança. Faça aulas em clubes ou com profissionais qualificados na prática. Use sempre todos os equipamentos e siga as orientações de guias. Estude o assunto e exija conhecer cada detalhe do local onde fará as descidas.

Caso você não conheça o lugar, pode acabar sendo prejudicado por fatores climáticos, que costumam oscilar bastante em morros, onde a temperatura varia do topo para o solo.

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Dilema da corrida: O que é melhor, esteira ou asfalto?

Se você já passou por toda bateria de exames necessários para iniciar o exercício da corrida, agora pode escolher se prefere correr na esteira ou correr no asfalto. Conheça as características de cada modalidade e veja a que melhor se adapta ao seu estilo.

CORRIDA NA ESTEIRA

Os benefícios de correr na esteira incluem:

– O amortecimento do impacto quando comparado aos treinos na rua;
– A possibilidade de também correr em dias muito frios e chuvosos;
– Facilidade em manter o ritmo da corrida e simular situações de ladeiras com apenas um clique;
– Acompanhar informações de distância percorrida e tempo de corrida;
– Suporte do aparelho para colocar garrafinha de água, toalhinha, chaves e celular.

Quando evitar:

– Para treinos longos: correr por muito tempo em um mesmo lugar pode ser bastante monótono e acabar desestimulando o seu desempenho na corrida;
– Se o objetivo for enfrentar uma corrida outdoor, esteira não é a opção ideal;
“A esteira não pode ser a base do treino, já que a mecânica é muito diferente de uma prova de rua”, explica a treinadora e triatleta Márcia Ferreira.

CORRIDA NO ASFALTO

Os benefícios de correr

Os benefícios de correr na rua incluem:

– Interação com a cidade, principalmente se o percurso proporcionar uma beleza natural;
– Possibilidade de conhecer outros praticantes de corrida e fazer amizades que estimulem a disciplina;
– Para quem participa de corridas de rua, nada melhor do que treinar no piso em que se vai disputar uma prova (Deve-se reservar pelo menos 1 dia da semana para este tipo de terreno).

Quando evitar:

– Em trechos com desnível, pois podem causar lesão.

Para corredores do Rio de Janeiro, aqui vão algumas dicas de onde praticar

Percursos Planos:
– Orla de Copacabana, Ipanema, Leblon e Barra da Tijuca
– Praia Vermelha, na Pista Claudio Coutinho
– Aterro do Flamengo, que possui terra batida, grama e ciclovia
– Lagoa Rodrigo de Freitas
– Maracanã

Percursos com subidas:
– Paineiras
– Vista Chinesa e Mesa do Imperador
– Floresta da Tijuca
– Alto da Boa Vista
– Sumaré

Pesquise na sua cidade onde correr, realize exames físicos, compre tênis e roupas adequados para a prática, busque orientação física especializada para começar sem lesões e 1, 2, 3 e já! 

Conheça bons picos de escalada, benefícios do esporte e dicas essenciais

Conheça bons picos de escalada

A escalada é uma das atividades do montanhismo com uma série de benefícios para quem a pratica. Desenvolve autocontrole, concentração, foco,  senso de disciplina e organização, além de trabalhar a confiança e o autoconhecimento. Por ser um esporte, também há as vantagens inerentes a qualquer exercício físico. Ela trabalha a musculatura, o equilíbrio e, dependendo da distância da via, favorece o condicionamento aeróbico.

É consenso entre os praticantes de escalada que a atividade envolve risco de morte. E, para reduzir estes riscos, é fundamental que o futuro escalador se capacite. Há cursos com guias experientes, onde são ensinados procedimentos de segurança e resgate, técnicas de ascensão, ética e noções de mínimo impacto na montanha.

Atualmente, existem clubes de montanhismo espalhados por várias regiões brasileiras. Antes de começar a escalar, entre em contato com algum que fique na sua cidade. No Rio de Janeiro, os clubes são geridos pela Federação de Montanhismo do Estado do Rio de Janeiro. A FEMERJ defende os interesses dos montanhistas e escaladores, desenvolvendo um trabalho de divulgação, regulamentação do esporte, conservação de trilhas, acesso às unidades de conservação, entre inúmeras outras atividades.

No site da FEMERJ, é possível encontrar uma listagem dos cursos de escalda e montanhismo homologados no estado. Como é um esporte que envolve riscos, é importante que os clubes ou profissionais sejam credenciados. 

A escaladora Natascha Krepsky conta como iniciou no esporte:  “Em 2001, escalei com um colega e me apaixonei. Fiz o curso básico no CERJ (Centro Excursionista do Rio de Janeiro) e comecei na escalada. No início, era uma forma de eu estar em contato com a natureza”, conta.

Natascha escalou por diferentes estados brasileiros. Abaixo, alguns picos no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará:

Dedo de Deus – Com aproximadamente 1.692 metros de altitude, localizado no Parque Nacional da Serra dos Órgãos que fica entre as cidades de Petrópolis, Guapimirim e Teresópolis, no Rio de Janeiro. O nome é pelo contorno da montanha que se assemelha ao dedo indicador da mão apontado para o céu.

Pão de Açúcar –  Localizado na Urca, bairro que representa a escalada no Brasil, o ponto tem aproximadamente 396 metros de altitude. São mais de 50 vias de escalada em suas 4 faces com diferentes níveis de dificuldade.

benefícios do esporte

Serra do Lenheiro – Com mais de 20 paredes de escalada e pinturas rupestres preservadas, o pico fica próximo a São João Del Rei, Minas Gerais. Por ser uma área militar, é preciso a autorização do Batalhão de Montanha para circular pelo local que possui área de camping para os visitantes.

Parque Ecológico de Furna dos Ossos – Situado em Tejuçuoca, no Ceará, o local de vegetação robusta surpreende por ficar em meio à caatinga. Cabeça do Índio, com 96 metros de altitude é uma das muitas possibilidades de escalada. O lugar é repleto de mandacarus, xique-xiques, aves de várias espécies, até tatus e preás.

Segundo a escaladora, cada via tem seu nível de dificuldade que está mais relacionada ao acesso do que ao conhecimento técnico da escalada. Natascha chama atenção para a importância do equilíbrio psicológico. É preciso controle para não haver insegurança. “No Dedo de Deus, por exemplo, dependendo da face escolhida, o desafio é vencer o medo da altura”, explica. 

Como qualquer outro esporte, a escalada evolui ao longo dos anos. O praticante deve estar sempre atualizado sobre os procedimentos técnicos para garantir sua segurança e a do companheiro de cordada antes de se aventurar por aí.

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