Como está a disposição do brasileiro?

A pesquisa feita com 1000 entrevistados foi realizada pela Ipsos em fevereiro de 2014 e, demonstrou que apesar de 91% se considerarem pessoas dispostas, mais de 2 terços delas (69%) realizam até 2 atividades por dia. As principais atividades realizadas são as básicas: trabalhar (62%) e ficar com a família e/ou amigos (42%). “Esse dado chama muito a atenção por sua contradição, pois, apesar de se denominarem dispostos para fazer o que gostam, as pessoas acabam realizando apenas atividades fundamentais do cotidiano, esquecendo-se que disposição é mais do que cumprir apenas o que é imposto pela rotina”, explica Joyce Aquino, gerente da marca Pharmaton®.

Como está a disposição do brasileiro?

Se tivesse mais disposição, a maioria faria algum esporte (39%), seguido de trabalhar (29%) e cuidar do corpo/saúde (22%).  “A pesquisa nos mostra que falta disposição para as pessoas cuidarem mais de si mesmas. Os brasileiros querem ter energia para viverem de forma mais saudável, porém, o cotidiano agitado, o estilo de vida e o trabalho puxado influenciam no resultado. Poder praticar esportes, cuidar da saúde e até trabalhar de uma maneira mais proveitosa são o desejo de muitos”, explica  Leonardo Velloza, gerente de marcas de CHC.
A necessidade de desenvolver diversos papéis e conciliar os afazeres a uma rotina agitada é um desafio diário para os brasileiros. Além disso, a busca permanente por saúde, bem-estar e qualidade de vida está cada vez mais presente no dia a dia da população.  A pesquisa aponta que, embora 79% gostariam de ter mais disposição, somente 30% buscam uma fonte para aumentar a energia e poder render mais durante o dia, porém praticamente metade (48%**) dessas pessoas declararam que o fazem por meio de um sono bem dormido, ou seja, uma atividade que implica em menos tempo para si mesmos. Em segundo lugar, 40%** declararam exercícios físicos como meios de se ter mais disposição ao longo do dia. “A busca por energia de um jeito saudável envolve diversos fatores. Além do descanso e prática de exercícios físicos, é importante garantir os níveis adequados de vitaminas e minerais que o nosso corpo precisa”, finaliza Heloísa Guarita, nutricionista da RG Nutri.
Outros principais achados da pesquisa realizada:

  • Pessoas de 25 a 34 anos são as que se consideram mais dispostas (95%)
  • Moradores do Norte/Centro-Oeste e Nordeste aparecem como aqueles que realizam o maior número de atividades por dia, 37% e 32% respectivamente, afirmam fazer 3 atividades ou mais por dia, em média.
  • Destacam-se os moradores no Norte/Centro-Oeste entre os que apontam o trabalho como uma das principais atividades do dia (73% das pessoas destas regiões declararam o trabalho, enquanto no total, a proporção verificada é de 62% dos entrevistados). Também destaca-se no Norte/Centro-Oeste que 92% gostariam de ter mais energia para fazer o que gostam. Para o total, esta proporção é de 79% dos entrevistados.
  • As regiões Sul (45%) e Norte/Centro-Oeste (43%) são as que apontam a prática de esportes como uma das principais atividades feitas diariamente. Ainda assim, 50% dos entrevistados de Norte/Centro-Oeste declararam que praticariam esportes, se tivessem mais energia no dia-a-dia.
  • Apenas 12% dos entrevistados da região Sudeste afirmam nunca ou dificilmente conseguir realizar as atividades de que gosta, ou apenas realiza-las nos finais de semana/feriados. Esta proporção é de 27% entre os 1000 entrevistados.

* A amostra é probabilística na primeira etapa: seleção dos 70 municípios para as 4 regiões, abrangendo municípios com população maior que 1.000.000 habitantes; entre 500.000 e 1.000.000 habitantes; entre 100.000 e 500.000 habitantes;  menor que 100.000 habitantes. Na segunda etapa, sorteio dos setores censitários e a ultima etapa preenchimento de cotas com seleção aleatória das variáveis: sexo, idade, Ocupação, nível de escolaridade. ** Percentuais baseados nos entrevistados que declararam buscar fontes de energia para render mais durante o dia.

Treino de Jen Selter

Jen Selter é considerada dona do “bumbum mais bonito do Instagram”. Conheça um pouco sobre o treino da Jen Selter. Treinos só para o bumbum.

Atualmente a jovem de 21 anos, moradora de Nova York, possui mais de 3.5 Milhões de seguidores no Instagram. E como ela mesmo citou em uma entrevista: “Ninguém sabe nada sobre a minha personalidade. É interessante eu ter conseguido tantos fãs quando ninguém realmente me conhece. “, essa quantidade toda de seguidos é por conta de suas fotos onde ela apresenta um bumbum invejável por muitas mulheres.

A imprensa norte-americana vem chamando-a de a bunda mais famosa do Instagram. Com a fama do seu perfil, que foi criado em março de 2012, ela decidiu não ir para a faculdade, atualmente trabalha apenas como modelo com patrocínio de marcas de  suplementos alimentares.

É claro que a genética define e é responsável por uma grande parte das curvas que compõem o corpo de uma mulher. Mas é claro que para manter essas curvas é preciso suar muito. Um exemplo disso, é que a Jen Selter revelou ter mais de 150 calças de ginástica em seu armário. Uma prova maior da experiência que a Jen Selter possui na prática de atividades físicas pode ser vista no vídeo que está no final deste artigo, uma compilação com um pouco de seus treinos.

Jen Selter diz que nunca teve um personal trainer. Em vez disso, ela apenas observava o que os treinadores em seu ginásio fazem e indicam.

Segue abaixo a tabela de treino completa da Jen Selter.

Segunda-Feira Treino de Jen Selter

Na segunda-feira a Jen Selter trabalha principalmente as pernas e bumbum:

ExercíciosSériesRepetiçõessIntervaloObs
Wide Dumbbell Squats41530 secs
Squats Thrust Twist41530 secs
Walking Lunges42030 secs
Bosu Ball Squats41530 secs
Medicine Ball Squats41530 secs
Plyometric Squat Jump312-1530 secs
Donkey Kicks41530 secs15 Repetições por perna
Leg Abductors/Adductors412-1530 secs

Na terça-feira o treino Jen Selter está focada em parte superior do corpo e Abdominais.

ExercíciosSériesRepetiçõessIntervaloObs
Abdominais41530 secs
Abdominais Bicicleta41530 secs
Abdominais Invertido42030 secs
High Knees41530 secs
Forearm Planks41530 secs
Lower Leg Lifts31530 secs
Mountain Climbers31530 secs15 Repetições por perna

O treino Jen Selter de quarta-feira é similar ao treino de segunda-feira. A diferença é que você faz em formato de circuito.

Isso significa que você faz 1 série de cada exercício de cada vez, em seguida, passar para o próximo exercício. Quando você terminar de fazer 1 série de cada exercício, você volta ao primeiro, repita três vezes.

ExercíciosSériesRepetiçõessIntervaloObs
Knee Ups11 Minuto30 secsTão rápido quanto você pode
Wide Dumbbell Squats14030 secsos dedos apontados para o exterior
Walking Lunges13030 secsPonderado, 30 de cada perna
Jump Squats12030 secsCom pesos, 20 cada perna
Side Lunges13030 secsSem peso para iniciar
Hip Bridges13030 secsos dedos apontados para o exterior

O treino Jen Selter de quinta-feira também realiza um treino em circuito, porém com a tabela de exercício abaixo, que deve ser repetida 3 vezes.

ExercíciosSériesRepetiçõessIntervaloObs
Knee Ups11 Minuto30 secsTão rápido quanto você pode
Wide Dumbbell Squats14030 secsos dedos apontados para o exterior
Walking Lunges13030 secsPonderado, 30 de cada perna
Jump Squats12030 secsCom pesos, 20 cada perna
Side Lunges13030 secsSem peso para iniciar
Hip Bridges13030 secsos dedos apontados para o exterior

O treino de Sexta-feira da Jen Selter também realiza um treino em circuito, porém com a tabela de exercício abaixo, que deve ser repetida 3 vezes.

ExercíciosSériesRepetiçõessIntervalo
Abdominal1300 secs
Toe Touches1300 secs
Abdominal Bicicleta1200 secs
Abdominal Invertido12030 secs
Side Plank Hip Lifts1150 secsPerna Direita
Abdominal1300 secs
Side Plank Hip Lifts1150 secsPerna Esquerda
Russian Twists14030 secs
Abdominal Bicicleta1300 secs
Oblique V-Ups1150 secsPerna Direita
Abdominal Invertido1200 secs
Oblique V-Ups1150 secsPerna Esquerda
Lower Leg Lifts11030 secs

Comece com um aquecimento especial:

50 polichinelos

10 chutes frontais (cada perna)

15 pontes de quadril

30 segundo alongamento dos músculos isquiotibiais de cada perna, então o treino:

ExercíciosSériesRepetiçõessIntervaloObs
Wide Dumbbell Squats11030 secs
Plie squats11030 secs
Leg Lifts on All Fours14030 secs20 repetições cada perna
Walking Lunges12030 secs10 repetições cada perna
Wide Dumbbell Squats11030 secs
Leg Lift with Pulse120 cada30 secs
Donkey Kicks13030 secs15 repetições por perna

Termine com 30-45 minutos de cardio em sua máquina favorita.

Termine com 30-45 minutos de cardio em sua máquina favorita.

Todos os exercícios foram tirados de postagens realizadas pela Jen Selte, não quer dizer que ela ainda esteja fazendo as mesmas atividades.

Mais sobre o Treino de Jen Selter

É importante lembrar que ela treina desde 2006, então esta tabela de exercício não é para iniciantes. Deve-se também solicitar o auxílio de um profissional de educação física para consultar como deve ser realizado corretamente cada exercício.

Com certeza a Jen Selte é uma inspiração para mulheres que suam na academia para conseguir manter o corpo saudável e bonito.

Quem tiver alguma observação a fazer, é só utilizar a área de comentários.

Exercícios para quem tem bico de papagaio na coluna

Atividades, principalmente na água, podem auxiliar no tratamento e no alívio da dor.

Causas do bico de papagaio na coluna

Exercícios para melhorar a dor na coluna

Segundo o Secretário do Departamento Científico de Dor da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), José Geraldo Speciali, a doença se caracteriza por um desgaste natural da coluna espinhal, podendo acometer qualquer nível: região cervical, lombar ou torácica.

“Seu aparecimento depende de muitos fatores, como, por exemplo, tipo de atividade profissional, sedentarismo e obesidade. O aparecimento de osteoartrose também pode ter fator hereditário – certas famílias têm maior probabilidade de apresentarem essa doença”, explica o especialista.

A doença se caracteriza pela presença de dor local, especialmente em alguns movimentos específicos. O incômodo é mais acentuado pela manhã, ao se levantar, ao ficar muito tempo em pé ou sentado ou ao se movimentar a coluna com flexão, extensão ou rotação. A confirmação do diagnóstico é feita com radiografias ou outros exames de imagem da região afetada

Exercícios e tratamento para a osteoartrose

O que fazer para melhorar a dor na coluna

O lado bom do bico de papagaio na coluna, se é que alguma doença tem algo de positivo, é o seu tratamento. De acordo com Speciali, ele é preferencialmente não medicamentoso e são raríssimas as vezes em que há alguma indicação cirúrgica. “Fisioterapia, RPG e exercícios físicos regulares, preferentemente na água, são o caminho”, completa.

Esses são exercícios de baixo impacto, que não forçam as articulações e ainda favorecem o fortalecimento da musculatura abdominal e da coluna. Seja qual for a atividade física escolhida, é recomendada a orientação profissional. Caso contrário, em vez de ajudar, ela pode ser responsável por agravar a doença.

Além desses exercícios, você pode adotar um tratamento preventivo, evitando situações que possam acelerar o processo degenerativo ósseo que leva à osteoartrose. Uma vida bem regrada, sem sobrecarga na coluna – carregar peso, posições forçadas etc. – pode ajudar.

Caso, mesmo com esses cuidados, as dores continuem, o Secretário do Departamento Científico de Dor da ABN recomenda que, nas fases agudas, sejam usados medicamentos sob supervisão médica. Podem-se administrar analgésicos ou anti-inflamatórios.

Gostou das dicas? Então aproveite para compartilhar o artigo com seus amigos nas redes sociais! E não se esqueça de conferir outras novidades de saúde e atividade física aqui no Vivo Mais Saudável.

Saiba tudo sobre gastrite

A gastrite é caracterizada por uma infecção ou inflamação na região de revestimento do estômago. A versão aguda da doença pode durar pouco tempo, enquanto a crônica é capaz de se estender durante anos.

A causa mais conhecida para o aparecimento da gastrite é a fraqueza da barreira que protege a parede do estômago, que permite que os sucos digestivos produzidos por ele causem danos à sua estrutura.

Em grande parte dos casos, o problema pode ser causado pela presença de uma bactéria conhecida como Helicobacter Pylori, que vive no revestimento do estômago e se não for tratada corretamente pode provocar o aparecimento de úlceras ou de doenças mais graves, como o câncer de estômago.

gastrite

Alguns fatores podem ser considerados de risco e aumentar as chances de uma pessoa desenvolver a gastrite, entre eles, está o uso excessivo de analgésicos, que prejudica a produção de uma substância essencial para garantir a proteção da parede estomacal.

A idade também pode ser considerada como um fator de risco. Quanto mais velha a pessoa for, mais chances ela terá de desenvolver a gastrite, já que com o passar dos anos o revestimento do estômago tende a se tornar mais flácido.

O alcoolismo, o estresse, o uso de drogas e algumas doenças como a Aids, também podem facilitar o aparecimento da gastrite. As pessoas que têm relação com alguns desses fatores devem ficar ainda mais atentas.

Sintomas e Tratamentos da Gastrite

A gastrite pode passar despercebida as vezes, como também pode vir acompanhada de alguns sintomas. Entre os mais comuns, podemos citar: indigestão, náuseas, azia e queimação, dores abdominais e perda de apetite.

Nos casos mais graves, onde há a presença de sangramento na parede do estômago, é possível encontrar sintomas como vômitos acompanhados de sangue e fezes escuras.

A partir do momento em que você identificar a presença de um ou mais desses sintomas, é necessário procurar um médico. O especialista indicado para cuidar das pessoas que sofrem com a gastrite é o gastroenterologista.

Durante a consulta, você deve informar ao médico sobre todos os seus sintomas, e falar também sobre a frequência com que eles costumam aparecer. Esteja preparado para responder à algumas perguntas e exponha todas as suas dúvidas.

É muito importante sair do consultório sabendo exatamente o que você tem, qual foi a causa da sua doença e o que você deve fazer dali para frente para tratar os seus sintomas.

O diagnóstico da gastrite será feito com base no levantamento do seu histórico médico e familiar, e com a realização de alguns exames específicos, como o que é solicitado para identificar a presença da bactéria Helicobater pylori. Uma endoscopia também poderá ser solicitada.

O tratamento da gastrite irá depender do que está causando o aparecimento da doença. Alguns medicamentos são recomendados para diminuir a quantidade de ácido no estômago, como os antiácidos e os antibióticos.

Prevenção da gastrite

Como já sabemos, o melhor tratamento contra qualquer doença é a prevenção. Sendo assim, se você quer se manter longe da gastrite, é importante adotar algumas medidas preventivas.

As substâncias tóxicas são capazes de causar irritação no estômago e facilitar o aparecimento da doença. Portanto, procure manter-se afastado do consumo de bebidas alcoólicas, do cigarro e de qualquer tipo de droga.

Quanto ao aparecimento da bactéria, alguns estudos apontam que ela possa ser transmitida para os seres humanos por meio de alimentos e água contaminada. Dessa forma, procure manter a sua higiene pessoal em dia e tome muito cuidado antes de consumir qualquer alimento.

Lave suas mãos frequentemente, principalmente antes de comer e não leve à mão na boca quando estiver em locais públicos. Medidas simples como essas podem te ajudar a se manter bem longe da gastrite.

Como aliviar a gastrite

Quem sofre com a gastrite sabe exatamente de todas as dores que ela é capaz de provocar. Tamanho problema é gerado, que alguns dias são difíceis de serem suportado. Algumas dicas de como aliviar a gastrite são de extrema importância.

A gastrite se dá por conta da inflamação, erosão ou infecção das paredes do estômago. É dividida em aguda ou crônica. Na primeira divisão dura por pouco tempo. Mas já na segunda, pode durar meses e nos piores casos, durar anos e anos.

Como aliviar a gastrite no seu dia a dia e acabar com as dores e desconfortos

Gastrite

É muito indicado que antes mesmo de qualquer auto diagnóstico, seja procurado um médico. A gastrite possuí sintomas parecidos com os de má digestão, refluxo e até mesmo o câncer. Provavelmente ele pedirá uma endoscopia para verificar o real motivo.

  • Mastigue a comida

Você com certeza já ouviu aquele conselho da sua vó ou mãe sobre mastigar bem a comida antes de engolir, não é mesmo? Acredite que esse simples ato já ajuda e muito nas dicas sobre como aliviar a gastrite.

Uma boa mastigação reduz as partículas do que está sendo ingerido, ajudando na formação do bolo alimentar. Caso isso não ocorra da maneira certa, o organismo vai precisar liberar mais suco gástrico para conseguir digerir o alimento.

  • Não exagere no álcool

Ao ingerir álcool, a mucosa estomacal é diretamente atacada e agredida. Isso faz com que o estômago fique menos protegido contra os ácidos do suco gástrico.

A pessoa que está sempre exagerando no álcool, além de prejudicar a sua saúde num geral, ainda está acabando com o seu estômago. Se esse hábito for mantido, até mesmo um úlcera pode ser formada.

Evite consumir o álcool se possível. Caso não consiga fazer isso, então pelo menos diminua a quantidade do que é consumido habitualmente. Cuide do seu estômago.

  • Cuidado com o cafezinho

O café é extremamente irritante para o estômago em casos onde já existe uma certa inflamação no local. O consumo da bebida nessa situação é comparado como o ato de jogar álcool numa ferida. Com certeza vai doer!

Para quem não possuí essa inflamação, é recomendado fazer um consumo mais consciente do café. Não exagere hoje, para que amanhã você não sofra por isso.

Sem dúvida nenhuma é possível reduzir um pouco o café. É muito melhor continuar com o estômago sem dor, do que o prazer momentâneo que a bebida pode causar.

  • Tente controlar o seu nível de estresse e ansiedade

Com certeza essa é uma dica de como aliviar a gastrite mais difícil de ser seguida, não é mesmo? Mas o fato é que esses estados emocionais são capazes de aumentar a secreção do suco gástrico e isso machuca muito as paredes do estômago.

Pratique atividades físicas regularmente e mantenha hábitos mais relaxantes. Procure fazer massagens e tente praticar a meditação sempre que possível.

  • Evite ou pare de fumar

Não existe nada que seja favorável para que as pessoas continuem fumando. Isso é fato e todos nós já sabemos? Você ainda quer mais um motivo para nunca experimentar e até mesmo parar de fumar? A saúde do seu estômago!

Esse hábito acaba estimulando a produção de ácidos estomacais. Isso acaba machucando toda a mucosa gástrica que reveste e protege o seu estômago.

Como aliviar a gastrite para sempre

Aprenda e entenda que seguir essas dicas tão simples vão lhe proporcionar uma vida muito mais saudável. Esqueça aquelas velhas dores terríveis no seu estômago.

Você já sabe como aliviar a gastrite e já pode dar adeus a esse mal que persegue e tortura tantas pessoas. Não fique mais sofrendo a toa! Evite ao máximo e tenha uma vida muito mais prazerosa.

Alimentos que Ajudam Controlar o Diabetes

O diabetes é caracterizado como uma síndrome de múltipla origem, ocasionada pela ausência de insulina ou pela incapacidade da mesma de exercer adequadamente a sua função, provocando um aumento dos níveis de glicose no sangue.

Controlar o Diabetes
Glucose level blood test

Saiba mais sobre o diabetes

Existem dois tipos diferentes de diabetes, o tipo 1 e o tipo 2. O diabetes tipo 1 é caracterizado pela incapacidade do pâncreas de produzir insulina graças à uma irregularidade do sistema imunológico, que faz com que os anticorpos ataquem as células produtoras da insulina.

Cerca de 10% dos pacientes que sofrem com o diabetes são portadores do tipo 1 da doença.

No diabetes tipo 2, há uma diminuição da secreção de insulina e uma falha na sua ação. Na maioria dos casos, esse tipo da doença pode ser tratado com medicamentos injetáveis ou orais, no entanto, o diabetes tipo 2 tende a se agravar com o passar do tempo. 90% dos portadores da doença sofrem com o diabetes tipo 2.

Sintomas do diabetes

Entre os principais sintomas da doença, podemos destacar:

– sede excessiva

– fome constante

– desejo de urinar frequentemente

– perda de peso

– fadiga

– fraqueza

– infecções frequentes

– formigamento nos pés

– dificuldade de cicatrização

– alteração visual ou visão embaçada

Diagnóstico e Tratamento do Diabetes

O diabetes não pode ser diagnosticado apenas com uma simples consulta. Para averiguar a presença da doença, é necessário que o paciente se submeta a três tipos de exames diferentes.

O primeiro deles é a glicemia de jejum, que mede os níveis de açúcar no sangue. Os valores acima de 200 mg/dL são considerados anormais e detectam a presença do diabetes.

O segundo exame é a hemoglobina glicada, que consegue detectar as concentrações de hemoglobina presentes em nosso sangue nos últimos 3 meses. Os valores apresentados pela hemoglobina glicada irão indicar se você sofre ou não com a hiperglicemia e puder iniciar uma investigação para o diabetes.

A curva glicêmica é o terceiro e último exame, capaz de medir a velocidade com o que o corpo absorve a glicose depois da sua ingestão. No exame, o paciente ingere cerca de 75g de glicose e tem a quantidade da substância medida no seu sangue após duas horas de ingestão.

O tratamento ideal para o diabetes consiste em uma vida mais saudável e no controle da glicemia, que é feito para evitar complicações futuras da doença.

Entre os principais cuidados com o diabetes está a prática de exercícios físicos, que é essencial para o tratamento e ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue sob controle. É recomendado que o paciente pratique exercícios de 3 a 5 vezes por semana.

O ideal, no caso das pessoas que sofrem com o diabetes, é investir na prática de atividades leves. Nada de pegar muito peso na academia ou correr vários quilômetros diariamente. Fazer caminhadas ou andar de bicicleta durante alguns minutos já é o suficiente.

Outro ponto importante também e que não podemos deixar de comentar é o controle da dieta. Os portadores do diabetes devem evitar ao máximo os açúcares dos doces e dos carboidratos simples, presentes em massas e pães, já que esses açúcares possuem um alto índice glicêmico.

Consultar um nutricionista quando você é diagnosticado com o diabetes é um procedimento estritamente necessário. Com a ajuda de um profissional, você saberá exatamente o que pode e o que não pode comer, além de ser informado sobre as quantidades exatas de alimento a serem ingeridas diariamente.

Os portadores do diabetes tipo 1 devem tomar insulina diariamente, fato que não acontece com todos os portadores do tipo 2. Procure conversar sempre com o seu médico para que juntos, vocês possam definir quais são as melhores formas de tratamento.

Alimentos que ajudam controlar o diabetes

Quem sofre de diabetes sabe como é difícil controlar essa doença. Qualquer dica que contribua de alguma forma, é sempre bem vida, não é mesmo? Por esse motivo organizamos alguns alimentos que ajudam controlar a diabetes.

A glicose é a responsável por fornecer energia suficiente para o nosso organismo. Através da insulina, ela é metabolizada em nossas células. Quando na ocorrência de açúcar em excesso no nosso corpo, o organismo não é capaz de produzir insulina suficiente para a glicose.

Por esse motivo, esse excesso de glicose acaba sendo enviado para a nossa corrente sanguínea. Agora que você já sabe como esse problema acontece dentro do organismo, acompanhe com a gente as dicas que foram elaboradas e organizadas para você.

Alimentos que ajudam controlar o diabetes em nosso dia a dia

Alimentos que ajudam controlar o diabetes

É muito importante possuir uma dieta bastante equilibrada e que seja rica em fibras, por exemplo. Manter o cuidado com a quantidade de carboidrato que é ingerida é um dos pontos chaves para conseguir ter uma vida saudável, mesmo com essa doença que persegue tantas pessoas.

  • Aveia

Principalmente para aquelas pessoas que sofrem de diabetes tipo 2, esse alimento é essencial. É extremamente rico em fibras solúveis. Possuí nutrientes que têm por função auxiliar na diminuição da velocidade em que a glicose é absorvida.

Também é muito válido ressaltar que a aveia ajuda e muito a controlar a absorção do colesterol no nosso organismo. Esse é um dos ótimos alimentos que ajudam controlar o diabetes.

Uma dica fundamental é não ingerir esse alimento quente. Pois dessa forma, ele perde completamente todos os seus nutrientes. O ideal é ingerir no mínimo, quatro colheres de aveia todos os dias.

  • Peixes

Já deixando claro que os melhores peixes para serem ingeridos são os que vivem em águas profundas e frias. Como por exemplo, o salmão, a cavalinha, sardinha e atum.

Esses peixes são bastante ricos em ômega 3. Por esse motivo, ajudam a controlar a diabetes tipo 2 e a diminuir a concentração de glicose no nosso organismo.

O ômega 3 consegue até mesmo evitar alguns problemas cardiovasculares. Principalmente os diabéticos estão correndo risco de sofrer com esse problema.

Como existe certo excesso de glicose na veia de quem sofre de diabetes, as chances de ocorrer uma oxidação dos vasos sanguíneos por esse motivo, é muito maior.

  • Amêndoas

É um dos alimentos que ajudam controlar o diabetes por que é rico em gorduras boas, além de possuir uma ótima quantidade de magnésio.

Dentro de uma crise de glicose elevada, o diabético acaba perdendo alguns nutrientes fundamentais como, por exemplo, o magnésio. Por essa razão, é tão importante ingerir amêndoas regularmente.

Para aquelas pessoas que não sofrem de diabetes, é muito importante também esse consumo. Acredite, um simples alimento como esse ajuda até mesmo evitar essa doença.

  • Batata Yacon

Essa batata ajuda e muito para quem é portador de diabetes tipo 2. Ela ajuda a controlar a glicemia e por esse motivo também é um alimento muito importante na dieta para quem sofre com essa doença.

A Batata Yacon é consumida pelo nosso organismo de forma bastante lenta, totalmente ao contrário dos outros carboidratos. O corpo não consegue quebrar as moléculas facilmente e assim, a absorção é mais lenta.

Agora que você já conhece alguns alimentos que ajudam controlar o diabetes você já sabe um pouco sobre alguns alimentos que são fundamentais para uma dieta de quem sofre de diabetes.  Sendo assim, acrescente-os no seu cardápio.

Alguns alimentos que ajudam controlar o diabetes são capazes de até mesmo evitar essa doença. Seja você é uma pessoa que sofre ou não desse mal, aprenda que comer melhor é sinônimo de viver melhor.

Como ter uma academia de ginástica portátil

Se você viaja muito, é daqueles que não tem tempo em sua agenda para prática de exercícios com data e hora marcada ou até mesmo se uma mensalidade de academia não cabe em seu bolso, saiba que existem alternativas eficientes, práticas e baratas para se alcançar um excelente condicionamento físico, combater a obesidade e ganhar resistência muscular.

Por esses e outros motivos, a empresa brasileira Cepall acaba de lançar no mercado o ELASTINESS . Indicado para fortalecer e modelar os músculos dos braços, ombros, peitos, coxas e glúteos, o equipamento é muito versátil. Feito em látex e sem revestimento, o ELASTINESS pode ser utilizado em casa, no trabalho, durante uma viagem, ao ar livre e em diversos outros lugares.

O equipamento tem o safety string , exclusivo sistema de utilização de cabo resistente, que aliado à qualidade das matérias primas empregadas aos produtos Cepall, garante as condições necessárias para a realização dos exercícios, eliminando riscos de acidentes; power clip , sistema fácil de troca de elásticos que possibilita variações de tensão, adequando o aparelho às necessidades de cada pessoa; e soft grip , revestimento de espuma que oferece mais conforto e segurança na hora do exercício.

Mais de quinze exercícios e alongamentos diferentes podem ser realizados com a utilização do equipamento, além de diferentes tipos de alongamento. “Com o ELASTINESS fica mais fácil realizar os exercícios . Você não precisa dos equipamentos das academias. Basta seguir o manual e fazer você mesmo os exercícios , sozinho, na sala da sua casa ou em um quarto de hotel. Além disso, muitas academias já utilizam o elástico em suas aulas”, relata a personal trainer Mariana Dib.

Fácil de usar, transportar e guardar (é feito em elástico e por esse motivo é flexível), o ELASTINESS possui três diferentes níveis de intensidade:

  • Para iniciantes na prática de atividade física muscular;
  • Para praticantes regulares de atividade física muscular;
  • Máxima intensidade para desenvolver o sistema muscular.

conheça a Cepall

Como ter a barriga chapada

Chapar a barriga com abdominais não parece muito divertido, principalmente, depois que você já está há meses praticando o sobe-desce-expira-inspira. Mas pense no resultado, naquela barriguinha chapada e como ela vai mudar sua vida.

Para ajudar você nessa batalha contra os pneuzinhos e a flacidez, fomos atrás de uma outra motivação para você não queimar o colchonete.

A pedido do “Minha Vida” , o instrutor da academia Competition, Luis Mota, montou várias séries diferentes de abdominais para você escapar da rotina. Sim, existem muitas outras variações, além da clássica pernas flexionadas e costas no chão.

E, caso você seja surpreendida por algumas dores na coluna logo no início, nem pense em desistir. Isso é totalmente normal, devido ao trabalho muscular, afirma Luis. Mas se o desconforto persistir por mais de uma semana, confira se você está realizando os exercícios de forma correta ou procure um profissional.

Declare guerra ao seu inimigo número um: os pneuzinhos

Iniciando as abdominais

Nesta etapa, você vai garantir o início da resistência muscular com duas séries de 20 repetições, pelo menos duas vezes por semana. Quando os exercícios começarem a ficar mais fáceis, parta para três vezes semanais.

Abdominal superior solo com os braços estendidos

1) Deitada de costas, deixe os braços estendidos atrás da orelha e as pernas flexionadas.

2) Eleve o tronco expirando. Continue com os braços estendidos atrás da orelha e as pernas imóveis, voltando à posição inicial.

Abdominal médio com auxílio

1) Apóie os pés em uma cadeira ou qualquer objeto que os deixe na altura mostrada na foto. Deixe as mãos posicionadas atrás da nuca.

2) Inspire na posição inicial e expire durante o movimento para fortalecer a parte superior do abdômen. Volte à posição inicial.

Abdominal oblíquo solo com a perna cruzada

1) Flexione um braço atrás da nuca e deixe o outro estendido ao lado do tronco. Flexione uma das pernas e deixe a outra cruzada por cima (sempre a perna contrária ao braço flexionado).

2) Flexione o tronco aproximando o braço flexionado em direção ao joelho também flexionado. Volte à posição inicial.

Abdominal médio sem auxílio

1) Deixe as duas mãos posicionadas atrás da nuca e as pernas flexionadas à 90º.

2 e 3) Inspire e eleve o tronco aproximando-o em direção aos joelhos suspensos, mantendo os cotovelos sempre abertos e o queixo distante do peito. Volte à posição inicial.

INTERMEDIÁRIO

Passadas três semanas do treino para iniciantes, você já será capaz de partir para as séries voltadas para alunos intermediários. Nesta fase, faça três séries de 15 repetições, por pelo menos, três vezes semanais. Você pode aliar estas séries às repetições iniciais.

Abdominal oblíquo cruzado

1)) Deixe as duas pernas suspensas à 90º e as duas mãos posicionadas atrás da nuca.

2)) Faça movimentos alternados, elevando o tronco, e, ao mesmo tempo, flexionando e estendendo as pernas. Alterne sempre a perna direita com braço esquerdo e vice-versa.

Abdominal completo solo

1)) Deite no solo com as duas mãos posicionadas atrás da nuca e as pernas semi-flexionadas.

2)) Inspire e expire aproximando o tronco em direção as pernas, flexionando-as simultaneamente.

Abdominal superior com extensão da perna

1)) Deixe as duas mãos posicionadas atrás da nuca, uma das pernas flexionadas e a outra estendida na direção do teto.

2)) Inspire e expire flexionando o tronco. Mantenha a perna estendida imóvel e volte à posição inicial.

AVANÇADO


Após três semanas, você já pode aliar todas as repetições ensinadas acima às séries a seguir. Nesta fase, faça três séries de 15 repetições, por pelo menos, três vezes semanais. Quando os exercícios ficarem mais fáceis, você pode aumentar de três para quatro séries de repetições.

Abdominal inferior com elevação de quadril

1)) Deite no chão com os braços estendidos ao lado do tronco. Estenda as pernas em direção ao teto.

2)) Faça uma elevação das pernas e do quadril, tirando-o do solo, expirando nesse momento.

Abdominal oblíquo com flexão e extensão do tronco

1)) Deite de lado com um dos cotovelos apoiado no chão. Deixe o outro flexionado na direção do teto e o tronco estendido ao longo do solo.

2)) Flexione o tronco, aproximando o cotovelo suspenso na direção dos joelhos, expirando neste momento.

Depressão, doença séria e crescente

Sintomas da Depressão

Uma tristeza profunda, o ar de quem não se interessa pela vida exterior, a inércia, o olhar perdido no infinito. Quantas vezes personagens da literatura ou da pintura foram retratados assim, ou quantos artistas tinham comportamentos próximos disso. Pois bem, a chamada melancolia, tão apreciada pelo romantismo, pode ser na verdade um grave problema de saúde, um tipo de depressão que, boa parte das vezes leva à perda da capacidade de sentir prazer na vida, com grande sofrimento para os portadores da doença, em especial, as pessoas idosas.  

De acordo com o especialista em transtornos do humor, Dr. Teng Chei Tung, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo, é preciso distinguir a tristeza, uma emoção universal, do sofrimento representado pela depressão melancólica,  que tem características incapacitantes e não pode ser controlada pelo paciente sozinho, necessitando de tratamento clínico. Segundo o especialista, há cinco tipos principais de depressão: a melancólica, a atípica, a psicótica, a sazonal e a ansiosa.

Tipos de depressão

depressão melancólica é uma das menos conhecidas pela população. “Como pode atingir os idosos, é muitas vezes confundida como uma condição da idade, atribuindo sintomas da melancolia como esquecimento e desânimo a características da velhice, o que não é verdade”, diz. Até bem recentemente esses pacientes não procuravam os médicos psiquiatras – situação que vem mudando em virtude da maior aceitação dos tratamentos dos males da mente e da divulgação de informações, cada vez maior, a respeito dos mesmos. “Ainda assim, existem algumas pessoas com quadro de depressão melancólica não identificado”, afirma o Dr. Teng.


De acordo com o psiquiatra, alguns sintomas clássicos desse tipo de depressão são os pensamentos negativos, a idéia de morte constante, um desencanto sem fim, tédio, uma inatividade forte e, principalmente, perda de apetite e insônia. Em relação aos outros tipos de depressão, tem uma “vantagem” para sua percepção: enquanto as demais podem ser mascaradas, a melancolia é indisfarçável, está constantemente presente no rosto e na expressão do doente. “Além do abatimento físico que todos notam em função do emagrecimento do indivíduo”, afirma o especialista.

O Dr. Teng lembra ainda que os chamados “transtornos de humor” – diversas doenças associadas à depressão – são conhecidos há séculos. Hipócrates, o “pai da medicina”, usou o termo melankolia, que significa “bile negra”,  para nomear um dos quatro humores que constituiriam o corpo humano (juntamente com a bile amarela, o sangue e a fleuma). O excesso de bile negra seria responsável pela tristeza e angústia que caracterizam a depressão.

Números da Organização Mundial de Saúde afirmam que em algum momento da vida, em torno de 25% da população do planeta terão momentos ou fases de depressão. Se durante muito tempo a melancolia foi encarada como uma espécie de atributo cultural, a descoberta dos antidepressivos, na década de 50, significou um grande avanço no tratamento dos transtornos do humor. Observou-se que certas substâncias agem sobre outras que atuam no sistema nervoso, principalmente sobre a serotonina, que influencia o humor e controla a liberação de hormônios que mexem com a disposição, sono e fome, por exemplo.

Distúrbios com a serotonina são característicos em deprimidos. Para o Dr. Teng são vários os fatores relacionados ao forte aumento de transtornos de humor observados nos últimos anos, como por exemplo, as pressões da vida moderna, o estilo de vida sedentário e o aumento do número de pessoas que usam medicamentos para emagrecer e drogas ilícitas. Como forma de tratamento ele recomenda o uso de medicamentos, associado à psicoterapia e exercícios físicos.

“Os primeiros antidepressivos traziam muitos efeitos colaterais e até hoje a medicação deve ser acompanhada com cuidado e sempre pelo médico”, explica o especialista. Atualmente, diz ele, novos estudos e descobertas fazem com que medicamentos atuem de forma mais segura nos diversos tipos de depressão. Uma das substâncias mais adequadas, em especial nos casos de depressão melancólica, é a mirtazapina, que não tem efeitos colaterais importantes, pode ser associada a outros medicamentos (inclusive outros antidepressivos), não afeta a libido, nem o coração, com bom desempenho na recuperação do apetite e na melhoria do sono.

Depressão

Opinião do especialista

Segundo o Dr. Teng Chei Tung, até hoje a mirtazapina tem sido sub-utilizada, em parte porque, até há pouco tempo, era um medicamento caro, sem muitas opções no mercado. Mas atualmente existem outros produtos com preço bem mais acessível permitindo uma utilização mais ampla e maior adesão ao tratamento. Assim, com mais informações, menos preconceito em procurar o médico para tratar do problema e com drogas mais eficazes e baratas, o especialista acredita que o tratamento da depressão melancólica deve obter maiores níveis de eficiência. 

Afinal, pondera, é uma doença relativamente fácil de tratar, podendo ser, inclusive, bem controlada, desde que haja diagnóstico rápido e efetivo da doença. Para isso, o apoio familiar é muito importante, até para a percepção dos sintomas,  já que exames clínicos normais não acusam o problema. Mais informações no Ipq – Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.


Coordenador dos Serviços de Pronto-Atendimento e de Interconsultas Ambulatoriais do Ipq (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).


Dr. Teng Chei Tung

Conheça os riscos da “falsa magreza”

Você já nem se lembra mais qual foi a última vez que se preocupou com a balança. As medidas sempre em dia, com curvas definidas e uma silhueta de dar inveja sempre foram motivo de orgulho. Mas não se engane, recentes estudos comprovam que pessoas que estão dentro do peso considerado normal podem desenvolver doenças características do sobrepeso, como diabetes, colesterol e hipertensão.

“Apesar de não haver estudos científicos claros sobre pacientes com peso normal e metabolicamente obesos, eles têm chances de desenvolver algumas alterações metabólicas encontradas em pessoas obesas, tais como diabetes tipo 2, aumento de colesterol e triglicérides, gota, doenças cardiovasculares, apnéia do sono e artrose”, comenta o endocrinologista Walter Minicucci, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Fatores genéticos e outras duvidas

Fatores genéticos somados a uma má alimentação e a uma vida sedentária podem ser os responsáveis pelo acúmulo de gordura em excesso no corpo de pessoas magras. O alerta vem da nutricionista Fernanda Pisciolaro, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). “A genética determina o local onde essa gordura em excesso vai se depositar, mas a quantidade depende do estilo de vida de cada um”, ressalta.

Em mulheres, o acúmulo de gordura extra acontece, em sua maioria, nos membros inferiores (culote, bumbum e coxas). Já nos homens, a tendência é que esse aumento predomine na região abdominal. “Na mulher, o excesso de gordura pode significar um número muito elevado de varizes ou de celulites, daquelas que marcam em uma roupa branca”, comenta Fernanda.

O aumento de gordura na região do abdome pode ser um catalisador para o aparecimento de diabetes em pessoas magras. “O excesso de gordura abdominal sobrecarrega o pâncreas forçando-o a produzir mais insulina do que uma pessoa magra necessita. Com o tempo, esse esforço extra leva o órgão à exaustão”, alerta Minicucci.

Como calcular a quantidade de gordura no corpo
O conhecido Índice de Massa Corporal (IMC) pode não ser de muita utilidade quando é necessário calcular com exatidão a quantidade de gordura que uma pessoa tem no organismo. “O IMC não permite diferenciar o músculo da gordura, ele é só uma estimativa”, conta Minicucci.

De acordo com o endocrinologista, pessoas muito musculosas – como atletas, boxeadores e halterofilistas – podem ter um alto IMC, quando, na verdade, apresentam apenas uma musculatura muito desenvolvida. “Eles seriam considerados, erroneamente, ‘gordinhos’, se fosse avaliado apenas o IMC deles”, afirma.

Assim, é fundamental que exames como a bioimpedância e/ou o de pregas cutâneas sejam realizados para se calcular a porcentagem de gordura corporal com maior precisão. “A bioimpedância mede por freqüência elétrica o quanto de gordura existe no corpo. Mas há ainda exames menos usados como a densitometria e a pesagem hidrostática”, conta Fernanda.

Apesar de menos certeiro, pode-se ainda ter uma idéia de como anda sua saúde com a medida da circunferência da cintura. “Para as mulheres, valores acima de 80cm já representam riscos para o desenvolvimento de alguma doença cardíaca. No caso dos homens, esse valor sobe para 94cm. Pode-se ainda dividir o valor da circunferência da cintura pela do quadril. Nesse caso, resultados acima de 1, para homens, e 0,8, para mulheres, representam risco”, comenta Fabiana.

Dicas para evitar o acúmulo de gordura

Uma alimentação balanceada, rica em verduras, frutas e legumes, associada a exercícios físicos freqüentes pode garantir uma melhor qualidade de vida. “É importante que se evite excessos de gordura, principalmente as animais, encontradas em cremes, embutidos e carnes gordas”, orienta Minicucci.

“Fazer refeições regulares, numa média de cinco a seis por dia, e beber muito líquido também auxiliam na manutenção da baixa taxa de gordura localizada”, complementa Fernanda.

Exercícios físicos rotineiros também são de fundamental importância. Segundo Minicucci, o ideal é que eles mesclem o aeróbico, a exemplo de caminhadas e bicicleta, e os de resistência, como os aparelhos de musculação de academias.

Gastrite pode ser contagiosa

De acordo a Federação Brasileira de Gastroenterologia, a grande vilã é uma bactéria de nome esquisito – a Helicobacter pylori, ou simplesmente H. pylori para os íntimos. E haja intimidade: quase metade da população mundial hoje carrega este parasita no estômago.

Estudo sobre Gastrite

Gastrite
Saúde Gastrite

Segundo a pesquisadora Dulciene Queiroz, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), estudiosa do assunto há 20 anos, a maioria das pessoas que desenvolve essa inflamação no revestimento estomacal convive com a visitante desagradável.

A contaminação pela H. pylori ocorre principalmente na infância. Pesquisa realizada com 700 moradores da cidade de Governador Valadares (MG) demonstrou que a presença da bactéria é mais freqüente em crianças de até oito anos. E, como o contágio é feito pelas gotículas de saliva, por meio do beijo ou do uso comum de objetos como copos e talheres, sugere que os principais agentes transmissores sejam os próprios pais. “A manifestação na fase adulta é mais rara porque a maior imunidade biológica impede que a H. pylori se fixe na parede gástrica”, explica a professora de microbiologia da UFMG, Taciana de Figueiredo Soares.

Outras causas que você deve considerar sobre o problema

Embora menos comum (cerca de 20% dos casos), a origem da gastrite pode estar relacionada a outros fatores. Alguns medicamentos, especialmente anti inflamatórios não hormonais e aspirina, irritam o estômago e alteram o PH (índice de acidez), deixando-o mais ácido do que o normal.

Álcool e cigarro também agem como uma ‘bomba’. Em excesso, as bebidas alcoólicas causam lesões gástricas por agredirem a mucosa estomacal ou reduzirem o fluxo sangüíneo. Associadas ao fumo, o quadro se agrava, já que a nicotina aumenta o refluxo de bile para o estômago, diminuindo sua defesa. Efeitos da radiação, ingestão acidental de substâncias corrosivas (como produtos de limpeza), doenças que afetam o sistema imunológico ou crônicas (como diabetes), predisposição genética e distúrbios hormonais completam a lista de fatores que desencadeiam a doença.

Quando o estômago começa a doer, a correria diária e o estado de tensão constante são apontados como grandes culpados. Mas os especialistas garantem que estas acusações são injustas. O estresse não causa a gastrite, apenas intensifica a dor quando o processo inflamatório já se instalou na região. Isso porque a adrenalina liberada no organismo pode aumentar a produção do ácido gástrico.

Normal – Com gastrite

“Cientificamente nada ainda está comprovado, mas observamos nos consultórios que quando o indivíduo deixa de ingerir alimentos ácidos sente um alívio enorme”, defende o gastroenterologista Carlos José de Vasconcellos Carvalho (RJ).Conheça os sintomas e tratamentos
Como a gastrite recebe várias classificações, os incômodos que surgem a partir da inflamação da mucosa estomacal variam. Mas, no geral, quem tem a doença sofre com indigestão e dores agudas ou uma espécie de queimação na parte superior do abdômen, que podem ser acompanhadas por náuseas. Outros sintomas comuns são mau hálito, vômitos e fezes escuras.

O problema pode ser diagnosticado por meio de avaliação médica e, quando necessário, com o auxílio de uma endoscopia (exame realizado através de um tubo de fibra óptica introduzido pela boca) ou de métodos mais invasivos, como a biópsia. O tratamento deve ser iniciado o quanto antes e, se o problema for causado pela H. pylori, precisa ser feito com a utilização de antibióticos, num período de sete a 14 dias. “É imprescindível tomar a medicação até o final. Desse modo, raramente o paciente será reinfectado”, adverte Taciana.

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