Como cuidar da pele no inverno

A produção de gordura da pele diminui muito nessa época do ano, e faz com que a mesma fique sem viço. Confira algumas dicas para evitar que isso aconteça:

1-É necessário beber 1,5L de água no mínimo por dia;

2-Prefira sabonete líquido nessa época do ano;

3-Use hidratante específico para o seu tipo de pele;

4-Esfolie a pele a cada 15 dias;

5-Evite banhos quentes e prolongados;

6-Use protetor solar mesmo que não faça sol;

7-Limpe bem o rosto antes de dormir

Problemas de Saúde

Médico é um bicho burro porque se sente mal, quer se tratar sozinho e acaba se complicando todo.

Para mim é ainda pior porque para eu cuidar da saúde tenho que sair daquele lugar bucólico que eu moro e vir para São Paulo.

Então fui enrolando e me sentindo mal.

Sentia uma tontura que me fez cair no chão e torcer o pé. Até contei isso aqui.

E dores na barriga. Muitas dores.

Daí passei a acordar de madrugada, exatamente às 4 da manhã com falta de ar e sibilos de asma, coisa que eu nunca tive.

O negócio ficou tão ruim que nem conseguia mais trabalhar.

Então, o Marcos que fez faculdade comigo me intimou que eu fosse para SP naquele dia e passasse com um colega gastro.

O cara pediu exame de tudo e me mandou numa otorrino por causa da tontura.

A endoscopia mostrou o problema: úlceras no esôfago, gastrite e duodenite. Era o tal refluxo Gastro-Esofágico e que também explicava o quadro pulmonar, otite e sinusite.

Parecia que eu tinha todas as ITES possíveis.

Porém, um dos exames de sangue, o CEA – antígeno carcinoembrionário – veio muito alto, sugerindo tumor no cólon.

E lá fui eu fazer mais exames e a colonoscopia mostrou um tumorzinho que foi retirado no próprio exame.

Hoje recebi o anátomo-patológico e é tumor benigno.

Agora imagina ficar na dúvida se você tem câncer ou não!

Todas as chances apontavam que sim porque eu já tive dois tumores malignos e com metástases.

Pois é, eu sou uma sobrevivente de câncer desde os meus 25 anos.

A sombra da malignidade fica sobre minha cabeça como uma espada.

Não é fácil ser eu.

Mas ainda não acabou.

O ultrassom mostrou um cisto no ovário que não deveria estar lá. O gineco disse que muitos operariam logo de cara mas ele prefere que eu repita o exame no final de abril para ver se o cisto desapareceu. Se ainda estiver lá, entro na faca.

No geral estou me sentindo melhor dos sintomas que começaram essa epopéia toda. Espero que em breve eu volte a ficar 100%.

Agradeço a todos pelo carinho! Vocês são uns amores!

A Doença do Gigio – Otite Interna em Cachorros

Gigio é um pastor alemão mestiço de aproximadamente 12 anos de idade.

Ele começou a ter vômitos e prostração de uma hora para outra sem outras alterações.

Rapidamente evoluiu para dificuldade de se levantar, permanecendo deitado o tempo todo.

Aceitou água e soro caseiro por via oral mas não quis comer.

Em menos de 8 horas de evolução do quadro inicial de vômitos, apresentou instabilidade ao ficar de pé, caindo para o lado esquerdo e andava em círculos para o lado esquerdo também.

Foi levado à clínica veterinária com suspeita de afecção neurológica de cerebelo com diferencial de labirintite.

Rapidamente também desenvolveu nistagmo batendo para a esquerda.

O veterinário fez hipótese diagnostica de Acidente Vascular Cerebral.

Eu não concordei por causa da localização de labirinto à Esquerda e pela evolução de horas, o que sugere infecção e não quadro vascular.

Ao exame, além do nistagmo e instabilidade, apresentava vermelhidão e edema de conduto auditivo externo esquerdo.

Foi medicado com dexametasona, furosemide, flunarizina e uma cefalosporina de quarta geração.

Em menos de 12 horas o nistagmo e os vômitos cessaram.

Voltou a comer no terceiro dia e deambulava com ajuda.

Teve alta para casa no quarto dia e aqui está se alimentando bem, bebendo água e tentando manter sua rotina de me seguir pela casa e ir até o jardim urinar. Teve uma vez diarréia e ainda não evacuou normalmente.

Observamos que a marcha melhorou muito embora ainda tenha tendência de cair para a esquerda.

Os exames laboratoriais mostraram um neutrofilia relativa indicando infecção aguda, o que fecha o diagnóstico de otite interna.

Ainda não sabemos o grau de sequelas que ele terá visto o quadro ainda ser muito recente. Mas a melhora está sendo progressiva e constante.

Agora quero tecer alguns comentários a respeito do atendimento do Gigio pelos veterinários.

Ao verem o cachorro instável se fecharam no diagnóstico genérico de “Problema Neurológico”.

Quem fez o diagnóstico de Otite Interna e instituiu a antibioticoterapia fui eu. A veterinária nunca tinha ouvido falar nisso.

Otite Interna é uma doença relativamente comum em cães que apresentam Otites Externas de repetição (o caso do Gigio).

A veterinária não examinou o cachorro. Eu que o examinei enquanto ele estava deitado na sala de exame e constatei a Otite Externa, que sugere o diagnóstico de Otite Interna por continuidade.

Pessoalmente eu também nunca tinha ouvido falar em Otite Interna em cachorros, mas a clínica é soberana e o quadro neurológico dele indicava comprometimento labiríntico do lado esquerdo.

Como neurologista, eu nunca tinha visto uma labirintite infecciosa bacteriana em gente nesse grau. Mas cheguei a esse diagnóstico no Gigio apenas considerando sintomas e exame físico. Mais tarde pesquisei em textos médicos veterinários e vi que era uma patologia bem descrita. Raro em gente e comum em cachorro.

Fico pensando na quantidade de cães que não foram diagnosticados com essa infecção e tratados ou sacrificados por causa de “derrame”.

Espero que esse relato sirva para alguma coisa.

Consumo nocivo de álcool no Brasil

Especialistas analisaram os dados do relatório sobre saúde e álcool da Organização Mundial de Saúde (OMS) para um público formado por profissionais de saúde, pesquisadores, gestores públicos e representantes da indústria de bebidas.
De acordo com o Dr. Arthur Guerra, coordenador do programa do Grupo Interdisciplinar de Álcool e Drogas (GREA), vinculado ao IPq-HCFMUSP, o seminário constitui um marco na mobilização do combate ao consumo nocivo do álcool. “É a primeira vez que reunimos os diversos setores ligados ao tema para avaliar em profundidade os dados da OMS divulgados em 2014, tendo em vista a meta para o Brasil de redução de 10% do consumo nocivo do álcool até 2025. Era essencial termos uma dimensão crítica do nosso desafio, compartilhada entre todos”.
O seminário, que teve como mestre de cerimônia o Dr. Jairo Bouer, contou com as análises de cinco especialistas: Dra. Camila Magalhães Silveira (FMUSP), Dr. Carlos Sojo (FLACSO); Dr. Gregor Burkhart, do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (EMCDDA); o economista Sérgio Almeida (FEA/ USP); e o jornalista Luiz Caversan. Durante o evento foram abordados o histórico comparativo dos dados do Brasil e da América Latina em relatórios da OMS 2011 e 2014; a metodologia de coleta de dados utilizada, principais conceitos e indicadores para medir o consumo nocivo de álcool pela OMS e políticas públicas voltadas para a redução desse tipo de consumo. Além disso, foram abordados o mecanismo de impacto do álcool na saúde pública e suas variáveis ligadas ao indivíduo, como gênero e idade; ao país, como cultura, status econômico e disponibilidade do álcool; e ao nível e padrão de consumo e qualidade da bebida, neste caso o álcool ilegal.
Destaque das apresentações: Abertura e apresentação dos dados da OMS O Dr. Arthur Guerra abriu o seminário apresentando os dados do relatório da OMS sobre saúde e álcool (gráficos abaixo). Destacou o fato de o país ter melhorado seus indicadores referentes ao consumo de álcool.

Níveis e Padrões de Consumo Consumo de álcool per capita (15+), litros de álcool puro

2003-2005 2008-2010 Mudanças
Registrado 6,8 7,2 è
Ilegal 3 1,5 î
Total 9,8 8,7 î*
Américas 9,2 8,4


* Redução do consumo per capita entre 2005 e 2010
Mortalidade e Morbidade Prevalência de problemas relacionados ao uso de álcool e dependência alcoólica (%)


Problemas por uso de álcool** Dependência de álcool
Homens (15+) 8,2 3,9
Mulheres (15+) 3,2 1,8
Ambos 5,6 2,8
Regiões das Américas – WHO 6,0 3,4

**Inclui dependência e uso nocivo do álcool
Visão Crítica da área da Saúde Dra. Camila Magalhães Silveira (FMUSP) disse que são vários os aspectos que influenciam no consumo de álcool e que o consumo per capita é uma medida ruim, uma vez que não avalia quem bebe e como bebe. Abordou as principais diferenças de gênero no que tange ao consumo, apresentando dados sobre consumo nocivo de álcool entre homens e mulheres. Segundo a Dra. Camilla, é preciso priorizar o combate ao consumo nocivo do álcool entre mulheres, jovens, pessoas com baixa escolaridade e população com maior privação social. Entre os jovens, além de investir na diminuição do beber pesado episódico, é preciso atuar para postergar a idade de início de consumo do álcool.
Dose padrão 12 g álcool puro:  350 ml cerveja ou 140 ml vinho ou 40 ml destilado
Beber moderado Homem: até 2 doses/ dia Mulher: até 1 dose/ dia
Beber de risco  Homem: mais de 14 doses/ semana ou 4 doses/ dia Mulher: mais de 7 doses/ semana ou 3 doses/ dia
Beber pesado episódico  Homem: 5+doses/ocasião (em intervalo de 2 horas nos últimos 30 dias) Mulher: 4+doses / ocasião (em intervalo de 2 horas nos últimos 30 dias)
Visão crítica da área da economia  O economista e prof. da FEA-USP, Sérgio Almeida, tratou do consumo do ponto de vista da economia; De acordo com ele, medidas que elevam o custo da bebida mexem com o mercado, mas é preciso avaliar qual faixa de consumidores é impactada. Dessa forma, é essencial conhecer o seu efeito sobre as pessoas que fazem consumo nocivo do álcool. “Medidas para taxação podem ter efeito inócuo. Para que elas sejam eficientes, é preciso saber como as faixas de consumo funcionam”. Além disso, o aumento dos preços pode ter efeito adverso, criando estímulo para o mercado informal, conhecido como Álcool Ilegal. Sobre isso, Almeida relembrou a Lei Seca nos EUA na década de 30, que teve como efeito colateral um aumento no número de mortes em decorrência do consumo de álcool de baixa qualidade.
Visão crítica da área da comunicação Luiz Caversan analisou a cobertura, majoritariamente negativa, que a mídia dispensou ao lançamento do relatório da OMS. O dado que obteve maior destaque nas grandes revistas e jornais foi o consumo per capita de álcool no Brasil. O jornalista também comentou as mudanças dos últimos 20 anos no modo como é feito o jornalismo diário, em parte influenciada pela internet e mudança de perfil dos leitores. Caversan finalizou com uma provocação: “A academia precisa reagir, reconquistar o espaço de consultoria que já teve no jornalismo nacional. Isso instigará o debate e reflexão”.
Visão crítica do uso de álcool nos países da América Latina O sociólogo costa-riquenho Carlos Soyo analisou a metodologia utilizada pela OMS para a construção de diversos trechos do estudo. As mudanças de alguns indicadores de edições anteriores do relatório para a atual e as discrepâncias regionais de medição de consumo dificultam a construção de modelos históricos do estudo, que poderiam ser utilizados para embasar propostas de políticas públicas mais eficazes. “Em diversos pontos é impossível contrastarmos com segurança os dados”, afirma. Soyo sugeriu quatro indicadores que resumem o consumo nocivo e que deveriam ser acompanhados com frequência definida e metodologia única entre os países. São eles:  consumo excessivo de longo prazo, consumo excessivo de curto prazo (Beber Pesado Episódico (HED), porcentagem da população que inicia o consumo regular antes dos 18 anos e acidentes fatais de trânsito com influência de álcool acima da concentração de álcool no sangue definida por lei.
Visão crítica da área da prevenção Gregor Burkhart avaliou a forma como foram apresentadas no relatório as informações sobre as políticas públicas e intervenções em cada país. Na sua avaliação, os itens apresentados pela OMS como principais sinais de comprometimento como sendo insuficientes, ou seja, ter política nacional do álcool e apoiar ações comunitárias só funcionariam caso sejam feitas ações de implementação e fiscalização. Da mesma forma, medir a presença de tais sinais com “Sim/Não” representa uma perda do poder comparativo e uma tendência para respostas positivas. Enfatizou a necessidade de medidas que mudem o contexto (medidas ambientais) em que o indivíduo está inserido para gerar mudanças no consumo nocivo de álcool. 

A importância de ter bons hábitos alimentares na infância

bons hábitos alimentares na infância

Informar e conscientizar as pessoas sobre a importância de cuidar da saúde e ter bons hábitos alimentares é o objetivo do Dia da Saúde e Nutrição, comemorado no Brasil em 31 de março. Pensando na importância da data, Redoxitos®, primeira vitamina C em formato de gominha, faz um alerta aos pais sobre a necessidade de uma alimentação adequada desde a infância para mais qualidade de vida e prevenção de doenças. Bons hábitos alimentares já começam nos primeiros meses de vida, com o aleitamento materno exclusivo – completo em nutrientes e anticorpos da mãe para ajudar a fortalecer a imunidade do bebê –, e se intensificam no início da introdução alimentar. Até 10 ou 12 anos, o consumo de nutrientes é extremamente necessário para o bom funcionamento do organismo. Práticas alimentares inadequadas neste período, aliadas à falta de atividade física, podem influenciar de forma negativa o desenvolvimento das crianças, prejudicando o funcionamento dos órgãos e causando doenças, como obesidade, hipertensão, diabetes, entre outras. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), nos últimos 20 anos a obesidade na infância e na adolescência cresceu 240% em todo o mundo, o que indica que os pais devem ficar cada vez mais atentos a tudo o que os filhos consomem diariamente. Por isso, é importante oferecer a eles alimentos ricos em vitaminas, proteínas, fibras e minerais, com os nutrientes necessários e importantes para o desenvolvimento dos pequenos. Além disso, é importante evitar os alimentos industrializados, gordurosos, fritos e com alto teor de açúcar e incentivar que bebam bastante líquido, principalmente água, para hidratar o corpo. Praticar alguma atividade física, de acordo com a idade, também é fundamental para o crescimento sadio.

bons hábitos alimentares na infância

Dietas inadequadas ou com baixo consumo de frutas e vegetais podem pedir por suplementação alimentar e, por isso, é indicado sempre consultar o médico pediatra. Redoxitos®, a vitamina C em formato de gominha sabor laranja, oferece de forma divertida a complementação para crianças entre 4 e 10 anos. Basta uma unidade por dia para suplementar as necessidades diárias.  Redoxitos® não contém, em sua formulação, quantidades significativas de sódio e açúcar. Contém o corante natural Carmim.

Saiba o que fazer quando a pressão está alta

Hábitos saudáveis diminuem as chances de crises hipertensivas.

Veja o que fazer quando a pressão está alta

quando a pressão está alta

Dados do Ministério da Saúde mostram que a hipertensão arterial é um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais, sendo responsável por pelo menos 40% das mortes por acidente vascular cerebral no Brasil.

Até 2025, o número de hipertensos no país deverá crescer 80%, segundo estudo da Escola de Economia de Londres, do Instituto Karolinska (Suécia) e da Universidade do Estado de Nova Iorque. Atualmente, 17 milhões de brasileiros têm pressão alta. Os motivos para o índice subir tanto, ainda segundo o levantamento, são cigarro, sedentarismo, obesidade, má alimentação e álcool.

O valor de referência da pressão alta é igual ou superior a 14/9, não importando a idade. Para diagnosticar a doença, são necessárias várias aferições, pois isoladamente essa marcação pode ser em decorrência de algum estresse passageiro ou do excesso de consumo de sal. A pressão em 12/8 é considerada satisfatória.

Dá para reduzir a pressão se você:

– parar de fumar ou de ingerir álcool

– reduzir o consumo de sal e de alimentos gordurosos

– praticar esportes

– preferir óleos vegetais para cozinhar

Possíveis sintomas da hipertensão

Saiba o que fazer quando a pressão está alta
Doctor taking pulse of the patient who has life insurance policy, view from the top

Uma pessoa portadora da doença e que já passou por algumas crises hipertensivas tem mais probabilidade de reconhecer a elevação da pressão arterial. É raro, mas alguns pacientes identificam:

– Sensação de mal-estar súbita

– Ansiedade e agitação

– Dor de cabeça muito forte

– Tontura repentina

– Visão borrada

– Dor no peito e dificuldade para respirar

– Tosse e falta de ar.

Prevenir a hipertensão, que tem também fatores hereditários, é viável mediante uma vida saudável. Se você não fuma, não bebe, mantem uma dieta rica em vegetais, evita frituras e pratica atividades físicas, já está num bom caminho.

Ter conhecimento sobre seu corpo e ir ao médico regularmente são outras responsabilidades que você deve ter consigo mesmo. Pelo menos uma vez ao ano, confira a sua pressão. O serviço é disponibilizado em farmácias.

Se você observar alguém passando mal, chame um médico imediatamente. Ao lesionar os vasos sanguíneos e os músculos do coração, o corpo pode ocasionar AVC, infarto, insuficiências renais e cardíacas e até morte súbita.

O que achou do artigo? Deixe um comentário! E aproveite para conferir outras dicas de saúde e atividade física aqui no Vivo Mais Saudável.

Dia do Esportista: Entenda a importância de se exercitar

Meia hora de atividades diárias reflete positivamente na saúde do corpo.

Dia do Esportista: Benefícios do movimento

Dia do Esportista

A prática de esportes é um hábito positivo para melhorar a saúde do organismo e prevenir diversas doenças. Abaixo, você confere algumas das vantagens de ser um atleta, mesmo que amador.

Os exercícios físicos proporcionam melhor circulação sanguínea, o que contribui para o controle da pressão arterial e para a redução da frequência cardíaca de repouso. Além disso, são um importante aliado na prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes, colesterol alto e obesidade.

Respiração adequada

O esporte ajuda na melhora da capacidade pulmonar, na resistência respiratória e no fortalecimento dos músculos da região. Dessa forma, o atleta acaba ficando menos propenso a desenvolver problemas respiratórios.

Emagrecimento

Esportistas também desfrutam de mais resistência, força e definição muscular. Ainda, as atividades ajudam na queima de gordura, promovendo o emagrecimento.

Melhora cerebral

Não são apenas os músculos que saem beneficiados pela prática de atividades físicas. Ao se movimentar, a pessoa melhora o funcionamento do sistema nervoso central, potencializando a produção de neurônios nas regiões associadas à aprendizagem e à memória. As chances de o atleta sofrer com ansiedade, depressão, estresse ou insônia também diminuem.

Bem-estar

Cerca de 30 minutos de atividade física já são suficientes para o corpo liberar neurotransmissores conhecidos pela sensação de bem-estar. Ficar mais relaxado colabora para a autoconfiança e a autoestima.

Avaliação e acompanhamento

Entenda a importância de se exercitar

A recomendação é praticar, pelo menos, 30 minutos de atividades físicas, cinco vezes por semana. Você pode apostar numa partida de futebol ou numa caminhada pelo parque, por exemplo. Para sua segurança, porém, é importante fazer uma avaliação médica antes de começar a prática de quaisquer exercícios, certificando-se de que o organismo está apto para as atividades.

Dependendo da modalidade escolhida, também é necessário obter acompanhamento de um profissional. Um educador físico ou um fisioterapeuta poderá lhe orientar sobre movimentos corretos, hábitos saudáveis e uma rotina segura para o seu dia a dia.

Descanso e alimentação saudável também devem estar presentes na rotina do esportista, garantindo melhores resultados e um organismo fortalecido.

Que tal aproveitar o Dia do Esportista para deixar a preguiça de lado e começar numa nova modalidade? Alerte amigos e familiares sobre a importância da prática regular de exercícios! E não se esqueça de acompanhar as dicas de saúde e atividade física do Vivo Mais Saudável.

Saiba como fortalecer as articulações com exercícios

Medida pode ajudar a prevenir e tratar doenças como a artrose, tão comum em idosos.

fundamentais para manter uma boa articulação. Confira a seguir quais são as mais indicadas e conquiste qualidade de vida.

5 exercícios para você experimentar

1. Bicicleta

 fortalecer as articulações com exercícios

Ideal para quem já sofre com algum problema de articulação, pois não causa muito impacto, a bicicleta também ajuda a melhorar a circulação sanguínea e a fortalecer todos os músculos inferiores do corpo.
No entanto, há casos em que ela não é indicada, conforme lembra a  fisiatra Pérola Grinberg Plapler.

Por exemplo, se a região afetada for a patela, os exercícios que dobram e esticam os joelhos, como a pedalada, não devem ser feitos, principalmente se provocarem dor.  

2. Natação e hidroginástica

Quase sem restrições, o nado é o exercício que mais ajuda a fortalecer as articulações sem comprometê-las, devido à total ausência de impacto. Além disso, também é um grande aliado na perda de peso, já que é um exercício aeróbico de grande gasto energético.

O mesmo vale para a hidroginástica. A água amortece o impacto dos pés com o chão e oferece maior resistência que o ar. Os exercícios feitos dentro da piscina trazem um maior consumo de calorias sem prejudicar as articulações.

3. Alongamento

O alongamento também traz diversos benefícios para as articulações dos idosos. Exercícios como a yoga, por exemplo, trazem vantagens, principalmente, por aumentar a flexibilidade, aliviar a tensão muscular e ativar todas as possibilidades de movimento operacionais.

No entanto, se você não curte essa pegada mais zen, a fisioterapeuta Mariana Schamas indica algo mais simples, que também traz resultados. “Ao se deitar e antes de levantar, tente esticar uma perna de cada vez, alongando a parte posterior, fazendo duas séries de dez vezes em cada perna. Essa simples ação ajuda a lubrificar a articulação e alongar a musculatura”, explica.

4. Musculação

Até mesmo os treinos de musculação são benéficos para os idosos, pois enrijecem a estrutura muscular, fortalecendo as camadas que protegem as articulações. Porém, certifique-se de que você não está pegando pesado demais. A orientação de um personal trainer faz toda a diferença nessas horas.

5. Subir escadas

sintomas se não fazer exercícios

Esse é uma das atividades mais eficazes para fortalecer as articulações, os ossos e os músculos dos membros inferiores. E a vantagem é que, com tantas escadas espalhadas por aí, nem é preciso ser aluno de uma academia para se exercitar assim. O único cuidado que você precisa ter é usar o calçado ideal. Procure optar por tênis com molas amortecedoras, que diminuem o impacto.

Gostou das dicas? Então aproveite para compartilhar o artigo com seus amigos e familiares! E não deixe de conferir as novidades de saúde e atividade física do Vivo Mais Saudável.

Cálculo Renal: Tipos, Sintomas e Tratamento

O cálculo renal é uma doença caracterizada pela presença de uma massa sólida formada por cristais bem pequenos que podem se alojar nos rins ou em qualquer órgão do sistema urinário. Popularmente, o cálculo renal é conhecido como “pedra nos rins”.

Tipos de cálculo Renal

Tipos de cálculo Renal

O cálculo renal se apresenta sobre quatro formas diferentes, sendo elas: cálculo de estruvita, cálculo de cistina, cálculo de cálcio e cálculo de ácido úrico.

O cálculo de estruvita costuma ser encontrado em mulheres que sofrem com infecção no trato urinário. As pedras causadas por esse tipo de cálculo podem crescer demasiadamente e obstruir o rim ou a bexiga.

O cálculo de cistina, como o próprio nome já diz, aparece nas pessoas que sofrem com a cistinúria, conhecida doença renal de aspecto hereditário que pode atingir tanto os homens quanto as mulheres.

O cálculo de cálcio é o tipo mais comum, e pode ocorrer com maior incidência nos homens do que nas mulheres. Geralmente, as “pedras” de cálcio aparecem entre os 20 e os 30 anos, e podem surgir novamente mesmo após o tratamento.

Esse tipo de problema acontece quando o cálcio se une à outras substâncias como o fosfato e o carbonato, e forma a pedra. As dietas à base de vitamina D costumam favorecer o surgimento do cálculo.

Cálculo Renal – Sintomas e Tratamento

As pedras nos rins podem existir sem o aparecimento de nenhum sintoma no inicio. A dor só começa quando elas começam a se movimentar pelos órgãos do trato urinário. Entre os principais sintomas da doença, podemos citar:

– Dor ao urinar

– Dores fortes na região abdominal

– Urina avermelhada ou com a presença de sangue

– Necessidade frequente de urinar

– Vômito e náuseas

Se você está sofrendo com um ou mais desses sintomas, está na hora de procurar um médico. Durante a consulta, você deve informar ao médico quais são os seus sintomas, com que frequência eles aparecem e desde quando você notou o surgimento deles.

Como fazer o diagnóstico do cálculo renal

Ultrasom para diagnóstico do cálculo renal

Geralmente, o profissional mais indicado para cuidar de um paciente que apresenta sintomas de cálculo renal é o nefrologista. No momento da consulta, é importante que você esteja preparado para responder à algumas perguntas e também para expor todas as suas dúvidas relacionadas à doença.

Para confirmar o diagnóstico, o médico deverá solicitar alguns exames como exames de sangue, de urina e de imagem.

Antes de começar o tratamento, é necessário identificar qual é o tipo de cálculo renal, o que está provocando o aparecimento das pedras e qual são o tamanho das mesmas.

Geralmente, quando as pedras são muito pequenas, não será preciso que o paciente passe por procedimentos invasivos. É necessário apenas que ele siga estritamente as orientações do médico.

Os médicos costumam sugerir que o paciente beba muita água, para que as pedras sejam eliminadas através da urina, e tome analgésicos para aliviar a dor provocada pelo cálculo renal.

Quando as pedras são muito grandes e provocam dores fortes no paciente, o tratamento deverá ser feito de forma diferente. Nesse caso, as pedras não podem ser eliminadas de forma natural, e é necessário realizar procedimentos mais invasivos, como uma traqueostomia, por exemplo.

Na traqueostomia, o paciente sofrerá um pequeno corte na região das costa, e as pedras maiores serão retiradas por um procedimento cirúrgico.

Para evitar o aparecimento do cálculo renal, procure tomar bastante água, reduzir a quantidade de proteína e sal nas suas refeições e evitar os alimentos ricos em oxalato, como a batata, as nozes e o chocolate.

Como todos nós sabemos, é sempre melhor prevenir do que remediar. O cálculo renal não é um problema grave, a princípio, mas se não for tratado corretamente, pode acabar se tornando um.

Como acabar com o cálculo renal

Pequenos cristais são responsáveis pela formação de uma massa sólida que dão origem ao cálculo renal. Esse problema afeta principalmente os rins, mas pode afetar qualquer outro órgão do trato urinário. Se você sofre desse mal, confira como acabar com o cálculo renal.

A causa desse grande problema, pode se dar quando há maiores quantidades de substâncias como o cálcio, ácido úrico e oxalato na urina. São essas as substâncias que são capazes de formar os cristais que dão origem as pedras.

Como acabar com o cálculo renal de uma vez por todas

Quem já sofreu com cálculo renal sabe as dores que esse problema trás. Tamanha são elas que levam a vômitos, náuseas, febre e até mesmo sangue na urina. Sabemos que quanto maior o cálculo, maior a dor também.

  • Beba bastante líquidos

Os líquidos são importantes para qualquer pessoa que queira se manter saudável. Eles são os responsáveis pela hidratação do nosso corpo.

Beber no mínimo dois litros de líquidos por dia, é o mais indicado para quem está com dúvida sobre como acabar com o cálculo renal e colocar um ponto final nesse problema.

A água por exemplo, é capaz de diminuir a concentração da urina. Isso faz com que os cristais sejam diluídos, impedindo o seu crescimento.

  • Evite ingerir álcool em excesso

Em primeiro lugar, o ponto negativo em relação ao álcool é que ele é capaz de criar uma grande dependência. Mas para aqueles que ainda insistem nessa ideia de continuar bebendo de forma exagerada, alguns outros problemas podem ser gerados também.

O álcool aumenta o ácido úrico no nosso organismo por conta de elevar a nossa desidratação. As bebidas que são fermentadas possuem maior quantidade de ácido e o seu consumo pode gerar o problema com as pedras.

  • Cuidado com o seu suor

Seja em razão do calor ou por conta de atividades físicas, o nosso corpo sofre com, além do desgaste físico, com uma desidratação intensa também. Por esse motivo, a urina vai ficando cada vez mais concentrada e as chances de um cálculo renal aparecer, são ainda maiores.

Nunca escolha parar com suas atividades físicas, pois elas auxiliam na nossa saúde. Apenas aprenda que se hidratar é sempre a melhor escolha.

  • Evite comer sal

Com um alto consumo de sal, a excreção do sódio fica elevada. Isso faz com que a produção de fósforo, cálcio,oxalatos e ácido úrico seja aumentada. Justamente isso pode causar as famosas pedras no rim.

Aprenda que uma das alternativas de como acabar com o cálculo renal é realmente usar cada vez menos, o sal. Isso é apenas um hábito que se nós forçarmos o costume, com certeza será possível.

  • Cuidado com as proteínas e com o cálcio

Principalmente as pessoas que já sofrem com o cálculo renal devem aprender a evitar as proteínas e o cálcio em excesso.

A proteína animal por exemplo, aumenta a secreção do ácido úrico urinário. Isso pode ajudar a gerar e a agravar os casos de cálculo renal.

Já em relação ao cálcio, vale somente para as pessoas que desenvolveram esse problema por conta desse nutriente. Em razão disso, será feito um controle para evitar a formação das pedras e também para evitar as que já existem.

Aprenda como acabar com o cálculo renal e dar tchau para esse problema

Nunca esqueça que diante de qualquer desconforto somado com febre, é muito importante procurar por atendimento médico em caráter de urgência. Cuide da sua saúde sempre!

Agora você já conhece algumas dicas de como acabar com o cálculo renal e você já pode começar o mais cedo possível. Não se deixe sofrer com esse problema que causa tantas dores.

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