1º de setembro: Dia do Profissional de Educação Física

Ele foi instruído a ensinar, estimular e valorizar o esporte, merecendo elogios neste 1º de setembro. O Dia do Profissional de Educação Física é comemorado na data em que foi institucionalizada a Lei Federal nº 9696, que regulamentou a profissão e originou os Conselhos Federais e Regionais.Nem sempre valorizados da maneira que deveriam, os profissionais de Educação Física passaram longos anos buscando o reconhecimento merecido. A Federação Brasileira, fundada em 1946, alcançou a regulamentação profissional apenas 52 anos após sua criação. Atualmente, os professores, em cada um de seus âmbitos, buscam capacitação e mais qualidade de vida para os seus alunos.

Bacharelado habilita o profissional a atuar em academias. Fotos: iStock, Getty Images

O Dia do Profissional de Educação Física

Os educadores físicos são primordiais em todas as fases da vida. Durante a escola, são eles que introduzem os conhecimentos básicos sobre cada esporte. Na adolescência e na fase adulta, eles controlam os exercícios na academia e apontam objetivos para a melhora da saúde.

Para Gilmar Ravazoli, professor da academia Fit Premium, a escolha de uma atividade física com a supervisão de profissional graduado é sempre a melhor saída. “Se o indivíduo tem a opção de ir a um lugar adequado com profissionais especializados, é muito melhor e mais seguro para ele”, comenta. Segundo Maurício Assumpção Stoffel, professor de Educação Física especializado em Gestão do Esporte, as indicações de exercícios são inspiradas em um máxima. “Não existem exercícios contraindicados para nenhuma pessoa. Existem, sim, pessoas contraindicadas para determinados exercícios”, explica.

Não somente no Dia do Profissional de Educação Física, mas em todos, você deve valorizar o seu instrutor. Siga à risca as recomendações, treine e estude tudo o que lhe for recomendado. Se possível, separe um presentinho para ele, nessa data especial. Vale levar flores, artigos esportivos e lanchinhos fit – chocolate, só se for light!

E lembre-se: toda academia é obrigada a dispor de um profissional de Educação Física graduado. Somente ele estará apto a criar um treino específico para as necessidades pessoais de cada cliente, sem esquecer de considerar todas as características do aluno. Se a sua academia não está de acordo com as normas, contate o Conselho Regional de seu estado.

Professor de Educação Física cursa a licenciatura e atua em escolas

Bacharelado x Licenciatura

O curso superior de Educação Física é disponibilizado em universidades de todo o Brasil. Ele é organizado de acordo com a escolha do aluno e dividido em duas habilitações: licenciatura e bacharelado.

A primeira visa à formação de professores de Educação Física, treinados para passar conhecimento para crianças e adolescentes que estejam no período escolar. Já a segunda instrui o estudante a se transformar em um profissional habilitado a trabalhar a favor da manutenção e da promoção da saúde.

O profissional de Educação Física pode trabalhar em academias, hospitais e até condomínios, com a criação de treinamentos e o ensino esportivo. É importante frisar que o profissional formado em licenciatura não pode dar aulas em academias, assim como o personal trainer também não está capacitado para atuar na educação básica.

Seu personal merece elogios? Você lembra de algum professor de Educação Física que marcou sua vida escolar? Deixe sua homenagem nos comentários! E aproveite para conferir as dicas de exercícios do Vivo Mais Saudável.

Descubra o trekking, esporte de aventura que fortalece ossos e músculos

atividade ao ar livre

Atividades físicas são benéficas em qualquer momento e lugar, mas realizá-las em meio à beleza da natureza as torna ainda mais satisfatórias. No trekking, a caminhada ocorre em trilhas que podem passar por florestas, riachos, cavernas e montanhas. Descubra o que essa atividade física propicia aos seus praticantes e como aderir a esse esporte de aventura.

Foto: Shutterstock

O trekking é um esporte de grandes benefícios e pequeno investimento. Com tênis, repelente, filtro solar, mochila e roupa confortável, é possível começar, embora também seja recomendado o uso de GPS e bússola durante os passeios.

Para o corpo, o trekking proporciona resultados bem interessantes. Por aliar tantas qualidades, tornou-se um dos esportes de aventura mais praticados no Brasil. Os resultados são o fortalecimento dos ossos, músculos, tendões e ligamentos, principalmente das pernas, redução do peso corporal e incremento da resistência cardiovascular e da circulação.

Além do ganho físico, o esporte também ajuda a manter o corpo em forma e a mente relaxada, com a melhora da autoestima e da qualidade do sono. Tudo isso o trekking proporciona, além da convivência com a natureza, ar puro e aventura. Os praticantes concordam que o esporte agrega menor risco e menor carga de problemas se forem dosados e respeitados os limites de cada pessoa.

Prática do trekking

O trekking pode ser categorizado em três níveis de dificuldade: leve, direcionada a iniciantes, fazendo percursos mais planos com duração máxima de 1 hora; médio, para praticantes com nível de experiência intermediário, e com duração máxima de 2 horas; e pesado, para praticantes experientes ou competidores, com duração acima de 3 horas e até mesmo dias.

O trekking alia o prazer em contemplar a natureza com os benefícios da atividade física. Mas se engana quem pensa que, para praticá-lo,basta colocar uma bota nos pés e sair por aí. Por mais simples que possa parecer, esse exercício deve ser feito de forma adequada, com segurança e orientação, a fim de que a diversão não acabe mal. 

Um dos aspectos mais importantes dessa atividade é a solidariedade. Como não dá para percorrer trilhas sozinho, deve-se recorrer aos companheiros de aventura. E para o primeiro trekking em determinada região, recomenda-se o reconhecimento prévio da área, o acompanhamento de alguém que já conheça o local ou a contratação de um guia especializado que tenha bom conhecimento das trilhas do lugar.

Abaixo você pode conferir algumas dicas importantes de como se preparar para a atividade. Estas recomendações dizem respeito a um trekking que pode conter banho de cachoeira, caverna e escalada: 

Dicas para o trekking

– Procure informar-se sobre o local no qual vai fazer trekking

– Adquira uma mochila adequada

– Evite usar bota nova para fazer trilha

– Não leve excesso de peso

– Leve sempre mapa, bússola e GPS

– Não danifique a trilha

– Informe a sua família para onde você vai, algum meio de contato e a previsão de retorno

– Faça o trekking acompanhado de um guia experiente ou uma agência especializada.

Rapel: Saiba como praticar esse esporte de aventura

Segurança deve ser prioridade ao praticar o rapel, esporte que usa cordas para descer morros e cachoeiras.

Uma prática esportiva que proporciona bastante adrenalina e contato com a natureza é o rapel. A técnica de descida em paredes e vãos livres com ajuda de cordas pode ser feita utilizando manobras verticais para passar por obstáculos da natureza, como paredões, cascatas e penhascos.

Não é qualquer pessoa que pode praticar o rapel. Preparo físico e treinos localizados são fundamentais para descer pela corda. Existem técnicas iniciais que são aprendidas em cursos, mas, na natureza, apenas os mais preparados podem se aventurar. Está pronto para o desafio? Veja como começar.

Equipamentos como cordas, luva, capacete e cadeira são usados. Foto: iStock, Getty Images

Como é praticado o rapel?

O segredo do rapel é conseguir o equilíbrio e o domínio da gravidade, pois o praticante fica pendurado na corda com um freio para controlar a velocidade na queda. Para parar de descer, é necessário prender a corda no freio, que consiste numa peça metálica em forma de um número oito.

Os equipamentos utilizados são bem semelhantes aos do alpinismo e suportam, no mínimo, três vezes o peso do praticante. Cordas, mosquetão (peça de alumínio que faz a ligação entre a cadeirinha e o freio), luva, capacete e cadeirinha compõem os instrumentos necessários para a descida.

No início, a técnica era utilizada por estudiosos de cavernas que, no século 20, buscavam grutas pelos cânions na região dos Pirineus, na França. Para que conseguissem encontrar as cavernas escondidas, eles baixavam pesos em cordas desde o alto dos montes.

Com o aprimoramento da técnica, hoje o rapel é realizado em cachoeiras, pontes e encostas, sendo necessária uma boa preparação antes da descida. O risco de acidentes é grande, por isso um profissional deve acompanhar os praticantes, certificando-se do uso correto dos equipamentos de segurança.

É possível descer pela corda em diversos locais do Brasil. Aventureiros buscam a prática em meio à natureza, como na Chapada Diamantina, na Bahia, na Serra do Cipó, em Minas Gerais, em Natal, no Rio Grande do Norte, e em Canela, no Rio Grande do Sul.

Recomenda-se sempre que os rapelistas estejam acompanhados durante a descida, por razões de segurança. Além disso, conhecer o local onde será praticado o esporte, vestir-se adequadamente e estar bem alimentado são requisitos para o esportista.

Benefícios do rapel

Praticar rapel garante diversos benefícios à saúde. Por ser um esporte radical, proporciona alívio do estresse e contato com a natureza. Além disso, fortalece o sistema imunológico, aumentando a longevidade e reduzindo a probabilidade de aparecerem doenças. Também melhora a flexibilidade, o equilíbrio e a capacidade de concentração.

O esporte também favorece a resistência dos músculos, fortalecendo principalmente membros superiores, bíceps, tríceps e tórax. Desenvolve maior elasticidade corporal e coordenação motora no praticante, que ganha mais precisão nos movimentos.

Para iniciar, tome diversas preocupações, sempre prezando pela segurança. Faça aulas em clubes ou com profissionais qualificados na prática. Use sempre todos os equipamentos e siga as orientações de guias. Estude o assunto e exija conhecer cada detalhe do local onde fará as descidas.

Caso você não conheça o lugar, pode acabar sendo prejudicado por fatores climáticos, que costumam oscilar bastante em morros, onde a temperatura varia do topo para o solo.

Gostou das dicas de atividade física? Então deixe um comentário! E não esqueça que você sempre encontra novidades aqui no Vivo Mais Saudável.

Dilema da corrida: O que é melhor, esteira ou asfalto?

Se você já passou por toda bateria de exames necessários para iniciar o exercício da corrida, agora pode escolher se prefere correr na esteira ou correr no asfalto. Conheça as características de cada modalidade e veja a que melhor se adapta ao seu estilo.

CORRIDA NA ESTEIRA

Os benefícios de correr na esteira incluem:

– O amortecimento do impacto quando comparado aos treinos na rua;
– A possibilidade de também correr em dias muito frios e chuvosos;
– Facilidade em manter o ritmo da corrida e simular situações de ladeiras com apenas um clique;
– Acompanhar informações de distância percorrida e tempo de corrida;
– Suporte do aparelho para colocar garrafinha de água, toalhinha, chaves e celular.

Quando evitar:

– Para treinos longos: correr por muito tempo em um mesmo lugar pode ser bastante monótono e acabar desestimulando o seu desempenho na corrida;
– Se o objetivo for enfrentar uma corrida outdoor, esteira não é a opção ideal;
“A esteira não pode ser a base do treino, já que a mecânica é muito diferente de uma prova de rua”, explica a treinadora e triatleta Márcia Ferreira.

CORRIDA NO ASFALTO

Os benefícios de correr

Os benefícios de correr na rua incluem:

– Interação com a cidade, principalmente se o percurso proporcionar uma beleza natural;
– Possibilidade de conhecer outros praticantes de corrida e fazer amizades que estimulem a disciplina;
– Para quem participa de corridas de rua, nada melhor do que treinar no piso em que se vai disputar uma prova (Deve-se reservar pelo menos 1 dia da semana para este tipo de terreno).

Quando evitar:

– Em trechos com desnível, pois podem causar lesão.

Para corredores do Rio de Janeiro, aqui vão algumas dicas de onde praticar

Percursos Planos:
– Orla de Copacabana, Ipanema, Leblon e Barra da Tijuca
– Praia Vermelha, na Pista Claudio Coutinho
– Aterro do Flamengo, que possui terra batida, grama e ciclovia
– Lagoa Rodrigo de Freitas
– Maracanã

Percursos com subidas:
– Paineiras
– Vista Chinesa e Mesa do Imperador
– Floresta da Tijuca
– Alto da Boa Vista
– Sumaré

Pesquise na sua cidade onde correr, realize exames físicos, compre tênis e roupas adequados para a prática, busque orientação física especializada para começar sem lesões e 1, 2, 3 e já! 

Conheça bons picos de escalada, benefícios do esporte e dicas essenciais

Conheça bons picos de escalada

A escalada é uma das atividades do montanhismo com uma série de benefícios para quem a pratica. Desenvolve autocontrole, concentração, foco,  senso de disciplina e organização, além de trabalhar a confiança e o autoconhecimento. Por ser um esporte, também há as vantagens inerentes a qualquer exercício físico. Ela trabalha a musculatura, o equilíbrio e, dependendo da distância da via, favorece o condicionamento aeróbico.

É consenso entre os praticantes de escalada que a atividade envolve risco de morte. E, para reduzir estes riscos, é fundamental que o futuro escalador se capacite. Há cursos com guias experientes, onde são ensinados procedimentos de segurança e resgate, técnicas de ascensão, ética e noções de mínimo impacto na montanha.

Atualmente, existem clubes de montanhismo espalhados por várias regiões brasileiras. Antes de começar a escalar, entre em contato com algum que fique na sua cidade. No Rio de Janeiro, os clubes são geridos pela Federação de Montanhismo do Estado do Rio de Janeiro. A FEMERJ defende os interesses dos montanhistas e escaladores, desenvolvendo um trabalho de divulgação, regulamentação do esporte, conservação de trilhas, acesso às unidades de conservação, entre inúmeras outras atividades.

No site da FEMERJ, é possível encontrar uma listagem dos cursos de escalda e montanhismo homologados no estado. Como é um esporte que envolve riscos, é importante que os clubes ou profissionais sejam credenciados. 

A escaladora Natascha Krepsky conta como iniciou no esporte:  “Em 2001, escalei com um colega e me apaixonei. Fiz o curso básico no CERJ (Centro Excursionista do Rio de Janeiro) e comecei na escalada. No início, era uma forma de eu estar em contato com a natureza”, conta.

Natascha escalou por diferentes estados brasileiros. Abaixo, alguns picos no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará:

Dedo de Deus – Com aproximadamente 1.692 metros de altitude, localizado no Parque Nacional da Serra dos Órgãos que fica entre as cidades de Petrópolis, Guapimirim e Teresópolis, no Rio de Janeiro. O nome é pelo contorno da montanha que se assemelha ao dedo indicador da mão apontado para o céu.

Pão de Açúcar –  Localizado na Urca, bairro que representa a escalada no Brasil, o ponto tem aproximadamente 396 metros de altitude. São mais de 50 vias de escalada em suas 4 faces com diferentes níveis de dificuldade.

benefícios do esporte

Serra do Lenheiro – Com mais de 20 paredes de escalada e pinturas rupestres preservadas, o pico fica próximo a São João Del Rei, Minas Gerais. Por ser uma área militar, é preciso a autorização do Batalhão de Montanha para circular pelo local que possui área de camping para os visitantes.

Parque Ecológico de Furna dos Ossos – Situado em Tejuçuoca, no Ceará, o local de vegetação robusta surpreende por ficar em meio à caatinga. Cabeça do Índio, com 96 metros de altitude é uma das muitas possibilidades de escalada. O lugar é repleto de mandacarus, xique-xiques, aves de várias espécies, até tatus e preás.

Segundo a escaladora, cada via tem seu nível de dificuldade que está mais relacionada ao acesso do que ao conhecimento técnico da escalada. Natascha chama atenção para a importância do equilíbrio psicológico. É preciso controle para não haver insegurança. “No Dedo de Deus, por exemplo, dependendo da face escolhida, o desafio é vencer o medo da altura”, explica. 

Como qualquer outro esporte, a escalada evolui ao longo dos anos. O praticante deve estar sempre atualizado sobre os procedimentos técnicos para garantir sua segurança e a do companheiro de cordada antes de se aventurar por aí.

Veja 5 formas de acabar com a vontade de comer doce

como acabar com a vontade de comer doce

Ao longo do dia surge aquela vontade de comer um chocolate ou outras guloseimas para adoçar a boca. O desejo por algo doce é sinal de que os níveis de açúcar do corpo estão desequilibrados. Quando a quantidade está abaixo do ideal, o corpo anseia por alimentos ricos em carboidratos açucarados para regular os níveis. As informações são do site Body and Soul.

Estabilizar a quantidade de açúcar no corpo é essencial para uma boa saúde, manter o peso sob controle, reduzir o risco de diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Veja a seguir cinco maneiras de evitar a ânsia por chocolate e doces no dia-a-dia.

1 – Coma com frequência
Fazer refeições menores e mais regularmente ajuda a estabilizar os níveis de açúcar no sangue e reduz o desejo por doces. O café da manhã é uma das refeições mais importantes do dia, pois é a primeira após o longo jejum durante o sono. Deixar de tomar café da manhã provoca a queda nos níveis de açúcar, falta de energia e desejo por doces logo pela manhã.

2 – Proteína
Comer alimentos ricos em proteínas nas refeições e lanches ajuda a conter a vontade por doces. A proteína ajuda a estabilizar os níveis de açúcar no sangue. Nozes, sementes, legumes, ovos, peixes, carnes magras, iogurte e queijo com baixo teor de gordura e produtos de soja são opções de alimentos ricos em proteína e saudáveis.

3 – Cromo
O mineral Cromo estabiliza os níveis de açúcar no sangue e pode ajudar a controlar a ânsia pelas guloseimas doces. Os alimentos ricos em Cromo são: brócolis, cereais integrais, nozes, cogumelo, soja, tomate, cebola, trigo, pão de centeio, ervilha e batata.

4 – Alimentos ricos em fibra
Escolha alimentos ricos em fibras, pois eles têm um efeito estabilizador dos níveis de açúcar no sangue. A fibra reduz a velocidade de absorção de glicose dos alimentos. Os alimentos ricos em fibras são: cereais integrais, pães granulados, massas integrais, legumes e frutas.

5 – Siga uma dieta de baixo índice glicêmico
A maioria dos alimentos processados, que são ricos em açúcar e pobres em fibras, tem um índice glicêmico elevado. Alimentos com alto IG disparam os níveis de açúcar no sangue rapidamente e provocam a liberação de altos níveis de insulina na corrente sanguínea. Estudos descobriram que uma dieta rica em alimentos de alto IG está associada ao ganho de peso, obesidade e desenvolvimento de diabetes tipo 2. Alimentos como nozes, sementes, legumes, frutas e vegetais colaboram para uma dieta de baixo IG.

Aprenda como escolher tênis para corrida

como escolher tênis

Equipamentos e acessórios adequados são importantes para a obtenção dos melhores resultados na prática de exercícios físicos. Por isso, especialistas recomendam que esse planejamento inicial seja uma preocupação de quem decide correr na rua. A definição dos tênis para corrida é essencial para o bom desempenho no treino. Além de proteger os pés do impacto com o solo, os calçados devem possibilitar que o praticante desenvolva todo o seu potencial.

Como escolher tênis para corrida

Foto: Shutterstock

O tênis para corrida deve ser projetado para absorver até três vezes o peso do corpo durante o momento de impacto. Outro fator importante é a flexibilidade, indispensável na parte frontal do solado, porque melhora a aderência e pode aumentar a sensibilidade e o conforto.

A parte central do solado do tênis para corrida precisa ser rígida para garantir uma melhor estabilidade. Esse é um conceito fundamental para que o corredor desenvolva velocidade. Caso você não confie na estabilidade do seu calçado, não terá segurança para desenvolver velocidades e tempos cada vez melhores.

Modelos de tênis para corrida

Modelos de tênis

Pensou em comprar um tênis para corrida e ficou perdido com tantas opções? Então vamos às dicas. Na hora de escolher, um ponto importante é você mesmo fazer um planejamento de como serrá o seu treinamento, com relação a distâncias, terreno, peso e tipo de pisada – a qual pode ser normal, para dentro (pronação) ou para fora (supinação).

Cada modelo de tênis para corrida tem particularidades que atendem a cada um destes quesitos. E devido à popularização da modalidade, atualmente grande parte dos fabricantes produzem os tênis em quatro grupos, de acordo com a especialidade:

1. Estabilidade: Categoria de tênis para corrida indicada para quem tem pés normais e para corredores que estejam no seu peso normal, e sem problemas exagerados de pronação. Estes calçados combinam amortecimento, suporte no arco do pé e durabilidade.

2. Amortecimento: Possui a entressola mais macia, sendo recomendado para pés que ficam mais confortáveis e melhor acomodados em tênis com formas curvas, as quais são mais estreitas na região do arco. Os tênis para corrida desta categoria são bastante indicados para quem tem problemas de supinação.

3. Controle de movimento: Reúne os tênis com entressolas mais rígidas, usualmente fabricadas com poliuretano e, sobretudo, mais duráveis. São indicados para pés chatos, com tendência à pronação, e para corredores pesados, com mais de 85 kg, ou muito acima do mo peso ideal.

4. Trail: Considerada uma das novas tendências, é possível que se encontre este modelo cada vez mais. O solado garante uma boa tração, o que proporciona um ótimo desempenho nos terrenos irregulares.

Raio X do tênis para corrida

– Precisa ser sempre de cano baixo

Ajuste perfeito: não pode apertar nem ficar folgado

Leveza é fundamental

– Deve ter um ótimo sistema de amortecimento no calcanhar

Flexibilidade frontal é fundamental, caso contrário, os movimentos repetitivos poderão machucar os pés

– É normal que o solado tenha várias ranhuras e “grips” de consistências diferentes, que servem para aumentar a tração, especialmente quando você corre sobre superfícies mais acidentadas.

Academia ao ar livre é certeza de bom resultado e treino acessível

A academia ao ar livre é uma excelente opção para quem deseja começar a fazer atividade física. Uma das vantagens é o ambiente agradável e com aparelhos que ajudam a trabalhar a força muscular e a ativar as articulações. Apesar de se realizar fora de uma academia, a orientação profissional pode maximizar os resultados e dirimir os riscos inerentes à prática.

Academia ao ar livre

Academia ao ar livre

O preparo físico e o fortalecimento são primordiais na prevenção de dores, principalmente na região dos ombros, tanto para quem sofre de bursite ou tendinite, por exemplo. A academia ao ar livre pode trazer de volta a rotina de exercícios a fim de tratar e evitar a inflamação, no entanto, deve-se ter cuidado, pois na hora da crise o exercício não é recomendado.

Na academia ao ar livre, os aparelhos auxiliam nos trabalhos com a cintura escapular e a fortalecer os músculos. Tem inclusive os aparelhos que simulam o transport, que ajudam a queimar calorias e na ativação das articulações. Cabe ressaltar que se o resultado esperado for o emagrecimento, deve-se associar à atividade física uma dieta equilibrada.

Independentemente do seu caso, seja para prevenir dores ou apenas para ganhar massa muscular, o início de qualquer atividade deve ser acompanhado de uma visita ao médico e de uma busca por supervisão profissional. Essas duas medidas podem evitar lesões e aprimorar os resultados ao corpo.

Exercícios da academia ao ar livre

Educadores físicos sugerem uma série para ser feita na academia ao ar livre e a forma correta para executar cada um deles. As atividades de aquecimento devem ser realizadas de 5 a 10 minutos. Para os exercícios, o ideal é desenvolver quatro séries de 15 a 20 repetições, com intervalos de um a dois minutos para recuperação da musculatura. Não se pode esquecer o alongamento ao finalizar o treino. Após dois meses, programa pode ser revisto com o intuito de incrementar seus benefícios.

Confira exercícios que normalmente podem ser feitos na academia ao ar livre:

Esqui

Atua basicamente na região das coxas e glúteos. Integra a parte de aquecimento e deve ser realizado entre 5 a 10 minutos.

Trabalha quadris, membros inferiores, região lombar e o equilíbrio. Lembre-se de manter o abdômen contraído, quadril encaixado e as pernas com leve flexão.

Multiexercitador

Excelente opção para idosos que não possuem problema no ombro, já que proporciona mobilidade na região. Deixe os cotovelos afastados e eleve os braços sem que haja a extensão completa. O aparelho agrega também cadeira flexora, extensora e puxador. Trata-se de um achado para a academia ao ar livre devido a suas múltiplas funções.

Simulador de cavalgada

Dentre os aparelhos da academia ao ar livre, é o que exige mais força. Atua diretamente na coordenação, equilíbrio, membros inferiores e superiores. A remada no alto exercita as costas e na isometria a pessoa exercita o quadríceps. Deixe sempre a coluna ereta e o abdome encaixado.

Pressão de pernas

Este exercício favorece a musculatura das pernas.Fique sentado com as costas apoiadas no banco e deixe os pés na base e as mãos na lateral do corpo. Estique as pernas e volte à posição inicial antes da extensão total.

Saiba tudo sobre gastrite

A gastrite é caracterizada por uma infecção ou inflamação na região de revestimento do estômago. A versão aguda da doença pode durar pouco tempo, enquanto a crônica é capaz de se estender durante anos.

A causa mais conhecida para o aparecimento da gastrite é a fraqueza da barreira que protege a parede do estômago, que permite que os sucos digestivos produzidos por ele causem danos à sua estrutura.

Em grande parte dos casos, o problema pode ser causado pela presença de uma bactéria conhecida como Helicobacter Pylori, que vive no revestimento do estômago e se não for tratada corretamente pode provocar o aparecimento de úlceras ou de doenças mais graves, como o câncer de estômago.

gastrite

Alguns fatores podem ser considerados de risco e aumentar as chances de uma pessoa desenvolver a gastrite, entre eles, está o uso excessivo de analgésicos, que prejudica a produção de uma substância essencial para garantir a proteção da parede estomacal.

A idade também pode ser considerada como um fator de risco. Quanto mais velha a pessoa for, mais chances ela terá de desenvolver a gastrite, já que com o passar dos anos o revestimento do estômago tende a se tornar mais flácido.

O alcoolismo, o estresse, o uso de drogas e algumas doenças como a Aids, também podem facilitar o aparecimento da gastrite. As pessoas que têm relação com alguns desses fatores devem ficar ainda mais atentas.

Sintomas e Tratamentos da Gastrite

A gastrite pode passar despercebida as vezes, como também pode vir acompanhada de alguns sintomas. Entre os mais comuns, podemos citar: indigestão, náuseas, azia e queimação, dores abdominais e perda de apetite.

Nos casos mais graves, onde há a presença de sangramento na parede do estômago, é possível encontrar sintomas como vômitos acompanhados de sangue e fezes escuras.

A partir do momento em que você identificar a presença de um ou mais desses sintomas, é necessário procurar um médico. O especialista indicado para cuidar das pessoas que sofrem com a gastrite é o gastroenterologista.

Durante a consulta, você deve informar ao médico sobre todos os seus sintomas, e falar também sobre a frequência com que eles costumam aparecer. Esteja preparado para responder à algumas perguntas e exponha todas as suas dúvidas.

É muito importante sair do consultório sabendo exatamente o que você tem, qual foi a causa da sua doença e o que você deve fazer dali para frente para tratar os seus sintomas.

O diagnóstico da gastrite será feito com base no levantamento do seu histórico médico e familiar, e com a realização de alguns exames específicos, como o que é solicitado para identificar a presença da bactéria Helicobater pylori. Uma endoscopia também poderá ser solicitada.

O tratamento da gastrite irá depender do que está causando o aparecimento da doença. Alguns medicamentos são recomendados para diminuir a quantidade de ácido no estômago, como os antiácidos e os antibióticos.

Prevenção da gastrite

Como já sabemos, o melhor tratamento contra qualquer doença é a prevenção. Sendo assim, se você quer se manter longe da gastrite, é importante adotar algumas medidas preventivas.

As substâncias tóxicas são capazes de causar irritação no estômago e facilitar o aparecimento da doença. Portanto, procure manter-se afastado do consumo de bebidas alcoólicas, do cigarro e de qualquer tipo de droga.

Quanto ao aparecimento da bactéria, alguns estudos apontam que ela possa ser transmitida para os seres humanos por meio de alimentos e água contaminada. Dessa forma, procure manter a sua higiene pessoal em dia e tome muito cuidado antes de consumir qualquer alimento.

Lave suas mãos frequentemente, principalmente antes de comer e não leve à mão na boca quando estiver em locais públicos. Medidas simples como essas podem te ajudar a se manter bem longe da gastrite.

Como aliviar a gastrite

Quem sofre com a gastrite sabe exatamente de todas as dores que ela é capaz de provocar. Tamanho problema é gerado, que alguns dias são difíceis de serem suportado. Algumas dicas de como aliviar a gastrite são de extrema importância.

A gastrite se dá por conta da inflamação, erosão ou infecção das paredes do estômago. É dividida em aguda ou crônica. Na primeira divisão dura por pouco tempo. Mas já na segunda, pode durar meses e nos piores casos, durar anos e anos.

Como aliviar a gastrite no seu dia a dia e acabar com as dores e desconfortos

Gastrite

É muito indicado que antes mesmo de qualquer auto diagnóstico, seja procurado um médico. A gastrite possuí sintomas parecidos com os de má digestão, refluxo e até mesmo o câncer. Provavelmente ele pedirá uma endoscopia para verificar o real motivo.

  • Mastigue a comida

Você com certeza já ouviu aquele conselho da sua vó ou mãe sobre mastigar bem a comida antes de engolir, não é mesmo? Acredite que esse simples ato já ajuda e muito nas dicas sobre como aliviar a gastrite.

Uma boa mastigação reduz as partículas do que está sendo ingerido, ajudando na formação do bolo alimentar. Caso isso não ocorra da maneira certa, o organismo vai precisar liberar mais suco gástrico para conseguir digerir o alimento.

  • Não exagere no álcool

Ao ingerir álcool, a mucosa estomacal é diretamente atacada e agredida. Isso faz com que o estômago fique menos protegido contra os ácidos do suco gástrico.

A pessoa que está sempre exagerando no álcool, além de prejudicar a sua saúde num geral, ainda está acabando com o seu estômago. Se esse hábito for mantido, até mesmo um úlcera pode ser formada.

Evite consumir o álcool se possível. Caso não consiga fazer isso, então pelo menos diminua a quantidade do que é consumido habitualmente. Cuide do seu estômago.

  • Cuidado com o cafezinho

O café é extremamente irritante para o estômago em casos onde já existe uma certa inflamação no local. O consumo da bebida nessa situação é comparado como o ato de jogar álcool numa ferida. Com certeza vai doer!

Para quem não possuí essa inflamação, é recomendado fazer um consumo mais consciente do café. Não exagere hoje, para que amanhã você não sofra por isso.

Sem dúvida nenhuma é possível reduzir um pouco o café. É muito melhor continuar com o estômago sem dor, do que o prazer momentâneo que a bebida pode causar.

  • Tente controlar o seu nível de estresse e ansiedade

Com certeza essa é uma dica de como aliviar a gastrite mais difícil de ser seguida, não é mesmo? Mas o fato é que esses estados emocionais são capazes de aumentar a secreção do suco gástrico e isso machuca muito as paredes do estômago.

Pratique atividades físicas regularmente e mantenha hábitos mais relaxantes. Procure fazer massagens e tente praticar a meditação sempre que possível.

  • Evite ou pare de fumar

Não existe nada que seja favorável para que as pessoas continuem fumando. Isso é fato e todos nós já sabemos? Você ainda quer mais um motivo para nunca experimentar e até mesmo parar de fumar? A saúde do seu estômago!

Esse hábito acaba estimulando a produção de ácidos estomacais. Isso acaba machucando toda a mucosa gástrica que reveste e protege o seu estômago.

Como aliviar a gastrite para sempre

Aprenda e entenda que seguir essas dicas tão simples vão lhe proporcionar uma vida muito mais saudável. Esqueça aquelas velhas dores terríveis no seu estômago.

Você já sabe como aliviar a gastrite e já pode dar adeus a esse mal que persegue e tortura tantas pessoas. Não fique mais sofrendo a toa! Evite ao máximo e tenha uma vida muito mais prazerosa.

Cálculo Renal: Tipos, Sintomas e Tratamento

O cálculo renal é uma doença caracterizada pela presença de uma massa sólida formada por cristais bem pequenos que podem se alojar nos rins ou em qualquer órgão do sistema urinário. Popularmente, o cálculo renal é conhecido como “pedra nos rins”.

Tipos de cálculo Renal

Tipos de cálculo Renal

O cálculo renal se apresenta sobre quatro formas diferentes, sendo elas: cálculo de estruvita, cálculo de cistina, cálculo de cálcio e cálculo de ácido úrico.

O cálculo de estruvita costuma ser encontrado em mulheres que sofrem com infecção no trato urinário. As pedras causadas por esse tipo de cálculo podem crescer demasiadamente e obstruir o rim ou a bexiga.

O cálculo de cistina, como o próprio nome já diz, aparece nas pessoas que sofrem com a cistinúria, conhecida doença renal de aspecto hereditário que pode atingir tanto os homens quanto as mulheres.

O cálculo de cálcio é o tipo mais comum, e pode ocorrer com maior incidência nos homens do que nas mulheres. Geralmente, as “pedras” de cálcio aparecem entre os 20 e os 30 anos, e podem surgir novamente mesmo após o tratamento.

Esse tipo de problema acontece quando o cálcio se une à outras substâncias como o fosfato e o carbonato, e forma a pedra. As dietas à base de vitamina D costumam favorecer o surgimento do cálculo.

Cálculo Renal – Sintomas e Tratamento

As pedras nos rins podem existir sem o aparecimento de nenhum sintoma no inicio. A dor só começa quando elas começam a se movimentar pelos órgãos do trato urinário. Entre os principais sintomas da doença, podemos citar:

– Dor ao urinar

– Dores fortes na região abdominal

– Urina avermelhada ou com a presença de sangue

– Necessidade frequente de urinar

– Vômito e náuseas

Se você está sofrendo com um ou mais desses sintomas, está na hora de procurar um médico. Durante a consulta, você deve informar ao médico quais são os seus sintomas, com que frequência eles aparecem e desde quando você notou o surgimento deles.

Como fazer o diagnóstico do cálculo renal

Ultrasom para diagnóstico do cálculo renal

Geralmente, o profissional mais indicado para cuidar de um paciente que apresenta sintomas de cálculo renal é o nefrologista. No momento da consulta, é importante que você esteja preparado para responder à algumas perguntas e também para expor todas as suas dúvidas relacionadas à doença.

Para confirmar o diagnóstico, o médico deverá solicitar alguns exames como exames de sangue, de urina e de imagem.

Antes de começar o tratamento, é necessário identificar qual é o tipo de cálculo renal, o que está provocando o aparecimento das pedras e qual são o tamanho das mesmas.

Geralmente, quando as pedras são muito pequenas, não será preciso que o paciente passe por procedimentos invasivos. É necessário apenas que ele siga estritamente as orientações do médico.

Os médicos costumam sugerir que o paciente beba muita água, para que as pedras sejam eliminadas através da urina, e tome analgésicos para aliviar a dor provocada pelo cálculo renal.

Quando as pedras são muito grandes e provocam dores fortes no paciente, o tratamento deverá ser feito de forma diferente. Nesse caso, as pedras não podem ser eliminadas de forma natural, e é necessário realizar procedimentos mais invasivos, como uma traqueostomia, por exemplo.

Na traqueostomia, o paciente sofrerá um pequeno corte na região das costa, e as pedras maiores serão retiradas por um procedimento cirúrgico.

Para evitar o aparecimento do cálculo renal, procure tomar bastante água, reduzir a quantidade de proteína e sal nas suas refeições e evitar os alimentos ricos em oxalato, como a batata, as nozes e o chocolate.

Como todos nós sabemos, é sempre melhor prevenir do que remediar. O cálculo renal não é um problema grave, a princípio, mas se não for tratado corretamente, pode acabar se tornando um.

Como acabar com o cálculo renal

Pequenos cristais são responsáveis pela formação de uma massa sólida que dão origem ao cálculo renal. Esse problema afeta principalmente os rins, mas pode afetar qualquer outro órgão do trato urinário. Se você sofre desse mal, confira como acabar com o cálculo renal.

A causa desse grande problema, pode se dar quando há maiores quantidades de substâncias como o cálcio, ácido úrico e oxalato na urina. São essas as substâncias que são capazes de formar os cristais que dão origem as pedras.

Como acabar com o cálculo renal de uma vez por todas

Quem já sofreu com cálculo renal sabe as dores que esse problema trás. Tamanha são elas que levam a vômitos, náuseas, febre e até mesmo sangue na urina. Sabemos que quanto maior o cálculo, maior a dor também.

  • Beba bastante líquidos

Os líquidos são importantes para qualquer pessoa que queira se manter saudável. Eles são os responsáveis pela hidratação do nosso corpo.

Beber no mínimo dois litros de líquidos por dia, é o mais indicado para quem está com dúvida sobre como acabar com o cálculo renal e colocar um ponto final nesse problema.

A água por exemplo, é capaz de diminuir a concentração da urina. Isso faz com que os cristais sejam diluídos, impedindo o seu crescimento.

  • Evite ingerir álcool em excesso

Em primeiro lugar, o ponto negativo em relação ao álcool é que ele é capaz de criar uma grande dependência. Mas para aqueles que ainda insistem nessa ideia de continuar bebendo de forma exagerada, alguns outros problemas podem ser gerados também.

O álcool aumenta o ácido úrico no nosso organismo por conta de elevar a nossa desidratação. As bebidas que são fermentadas possuem maior quantidade de ácido e o seu consumo pode gerar o problema com as pedras.

  • Cuidado com o seu suor

Seja em razão do calor ou por conta de atividades físicas, o nosso corpo sofre com, além do desgaste físico, com uma desidratação intensa também. Por esse motivo, a urina vai ficando cada vez mais concentrada e as chances de um cálculo renal aparecer, são ainda maiores.

Nunca escolha parar com suas atividades físicas, pois elas auxiliam na nossa saúde. Apenas aprenda que se hidratar é sempre a melhor escolha.

  • Evite comer sal

Com um alto consumo de sal, a excreção do sódio fica elevada. Isso faz com que a produção de fósforo, cálcio,oxalatos e ácido úrico seja aumentada. Justamente isso pode causar as famosas pedras no rim.

Aprenda que uma das alternativas de como acabar com o cálculo renal é realmente usar cada vez menos, o sal. Isso é apenas um hábito que se nós forçarmos o costume, com certeza será possível.

  • Cuidado com as proteínas e com o cálcio

Principalmente as pessoas que já sofrem com o cálculo renal devem aprender a evitar as proteínas e o cálcio em excesso.

A proteína animal por exemplo, aumenta a secreção do ácido úrico urinário. Isso pode ajudar a gerar e a agravar os casos de cálculo renal.

Já em relação ao cálcio, vale somente para as pessoas que desenvolveram esse problema por conta desse nutriente. Em razão disso, será feito um controle para evitar a formação das pedras e também para evitar as que já existem.

Aprenda como acabar com o cálculo renal e dar tchau para esse problema

Nunca esqueça que diante de qualquer desconforto somado com febre, é muito importante procurar por atendimento médico em caráter de urgência. Cuide da sua saúde sempre!

Agora você já conhece algumas dicas de como acabar com o cálculo renal e você já pode começar o mais cedo possível. Não se deixe sofrer com esse problema que causa tantas dores.

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